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Depoimento: Branco

Trouxemos este emocionante depoimento da Patrícia Massaud, tutora do belíssimo Branco, um gato de idade avançada que passou por tratamento e cirurgia conosco. Leia abaixo:

“Como iniciar esta avaliação, sem explanar minha imensa gratidão pela representatividade de vocês na vida de nós, tutores e de nossos animais de estimação?

Minha vida sempre foi rodeada de animais, cresci repleta de muita alegria e felicidade. Aos 8 anos ganhei uma gatinha muito mimosa chamada Sapeca, e ao longo dos anos tive sua filha, neta e hoje aos 32 tenho o seu bisneto – Branco que irá completar 15 anos em Nov/2017.

Somos gaúchos, porém eu moro em São Paulo desde 2010 e o Branco havia ficado na minha casa com meu pai. Perdi minha mãe em 2008 e depois meu pai em 2015, que foi quando o Branco veio morar comigo.

No final de 2016 ele foi diagnosticado com “Síndrome reabsortiva odonto clástica felina“, o veterinário prescreveu uma medicação e pediu para observarmos a evolução dele, caso eu notasse uma piora no quadro, teríamos que partir para a cirurgia de remoção dos dentes. Neste momento eu gelei… Afinal, meu amado gato já é um senhor de idade e toda cirurgia requer cuidados e anestesia geral é sempre um fator preocupante. Seguimos as instruções do veterinário que o atendeu, até que no final de Jan/17 o Branco adquiriu um abscesso no lado esquerdo da face, e aceitamos que o único caminho era realmente a cirurgia.

Medo? Senti muito. Não sabia o que fazer, para onde correr, quem procurar. Só sabia que meu melhor amigo precisava de profissionais competentes para dar o tratamento que ele merece. Foi aí que conheci a Odontovet, sua história, sua equipe médica extremamente qualificada foi um alento para mim. Mandamos um e-mail para sanarmos algumas dúvidas, o qual foi respondido com muito carinho e atenção pela Miriam.

No dia 05/04/2017 fomos para uma consulta com o Dr. Jonathan e me faltam adjetivos para definí-lo. A consulta foi muito esclarecedora, durou o tempo necessário para eu tirar todas as minhas dúvidas e ficar tranquila com o procedimento. Sem eu nem solicitar, tive à disposição seus contatos em caso de dúvida/intercorrência com o Branco (bem diferente do veterinário anterior, que mesmo com o seu paciente até então em emergência, negou-se a informar um celular para contato).

Agendamos a cirurgia para o dia 12/04/2017. Ocorreu tudo perfeitamente bem, mesmo sem vários dentes e com a boca repleta de pontos, o Branco chegou em casa com muita fome e devorou duas porções do seu alimento favorito: fígado bovino! E ainda mastigou (com os poucos dentes que sobraram) seu petisco predileto.

Fiquei encantada com todo o atendimento, a estrutura, o bloco cirúrgico (que fui convidada a conhecer), o profissionalismo e principalmente o amor que toda a equipe nutre pelos animais.

E isso é o diferencial, além de me sentir segura, em nenhum momento fomos tratados como cifras, mas sim com muita humanidade e carinho.

Tive a oportunidade de agradecer à Dra Michele Venturini por tudo que ela representou pra mim, mesmo sem nos conhecermos. Li todos os relatos de outros tutores e vários me emocionaram. Reitero meu agradecimento, se não fosse por vocês, eu não sei o que seria de nós. Obrigada pela excelência! Eu sinto que vocês fazem o que amam. Vida longa à Odontovet e sua equipe de profissionais extremamente qualificados!

Infinitas vezes obrigada! Vocês foram a melhor escolha para tratar do meu amor peludo.” 

 

Faça como a Patrícia e traga seu pet para uma consulta conosco através do email odontovet@odontovet.com.

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Odontovet na Revista Veterinária Atual – Portugal

O Odontovet foi representado pela Dra. Michele Venturini em uma entrevista para a Revista Veterinária Atual, de Portugal, falando sobre o cenário da odontologia veterinária no Brasil.

Leia abaixo o trecho da matéria com a participação da doutora:

A realidade brasileira

No Brasil, a área de Odontologia Veterinária tem vindo a crescer exponencialmente. Quem o afirma é Michèle Venturini, médica veterinária e cirurgiã dentista, mestre em Cirurgia pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo. “Infelizmente, nas faculdades de medicina veterinárias não se aborda o tema ou ainda se aborda de forma muito superficial. Porém, os cursos tanto de extensão, quanto de especialização na área têm aumentado em todo o país”, diz-nos. Michèle Venturini é também fundadora e responsável do centro Odontovet – focado exclusivamente na odontologia, com delegações em várias cidades brasileiras, como São Paulo,Curitiba, Belo Horizonte, Brasília e outras.
“Foi o primeiro Centro Odontológico especializado no Brasil e o segundo no mundo. Temos uma experiência de 23 anos de atendimento único e exclusivo em Odontologia, e somos a maior equipa de profissionais especializados na área. Todos temos cursos de mestrado, pós graduação ou doutoramento na especialização. Todos divulgamos a especialidade e damos aulas em cursos ou congressos, o que nos obriga a uma atualização permanente”, salienta. É esta ética e transparência que faz com que os proprietários confiem os seus animais aos cuidados da equipa que, por sua vez, se compromete “com o bom atendimento ao cliente”.
Ainda no que respeita aos congressos e cursos, a fundadora deste Centro sublinha: “A Associação Brasileira de Odontologia Veterinária ABOV tem contribuído muito com a divulgação da especialidade organizando congressos e webinars (palestras online). Desta forma tem-se falado cada vez mais da especialidade no meio veterinário. Tal como em Portugal, existe um esforço acrescido por parte de profissionais brasileiros em divulgar a especialidade junto da população. “Por isso, cada vez mais, o proprietário tem-se consciencializado da importância dos cuidados orais para o bem-estar e a qualidade de vida dos nossos pacientes”, adianta.
Comparando o Brasil aos Estados Unidos da América, a médica veterinária considera que estão no mesmo patamar no que respeita ao conhecimento. “O que os diferencia é que, do ponto de vista tecnológico, cujos custos são maiores, os EUA estão mais adiantados, além da especialidade parecer ser mais divulgada e ser mais antiga do que no Brasil”, defende. Relativamente a países da Europa, Michèle Venturini “acredita que estão no mesmo patamar que países como França, Itália e Áustria”. No que respeita a Portugal, pelo que se apercebeu aquando da sua viagem ao país em abril do ano passado para participar numa formação promovida pela Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (FMV-ULHT), considera que “a especialidade está mais avançada e divulgada no Brasil”. Ficou também com a ideia de que o nosso país está a passar por uma fase de transição com o surgimento das especialidades, sendo que o Brasil passou pelo mesmo mas “há 20 anos”. No Brasil, as maiores exigências passam por aquilo a que Michèle Venturini chama de “fase de transição”. É que, apesar de toda a divulgação, há o outro lado da moeda. “Muitos médicos veterinários clínicos ainda estão reticentes em encaminhar os seus pacientes para um especialista por estarem desinformados em relação às implicações locais e sistémicas das afeções orais”, explica. E isto tem consequências diretas nos proprietários. “Infelizmente ainda hoje ouvimos proprietários dizer que, quando o seu cão ou gato fraturou um dente, o levaram ao médico veterinário que lhes disse que não precisariam de fazer nada com aquele dente com exposição pulpar, ou que quando procuraram o profissional clínico geral devido ao facto de o seu cão apresentar halitose, mas sem grande acúmulo de cálculo, ouviram que seria melhor esperar ficar pior para só depois tratar”.
Outro dos desafios deve-se ao facto de as doenças orais não estarem associados a sintomatologia evidente, tanto para os clínicos, como para os proprietários. “É diferente de um problema oftalmológico, no qual o paciente fica com a pálpebra fechada, com o olho a lacrimejar ou passar constantemente a pata. Estes sinais e sintomas fazem com que o proprietário perceba o desconforto do paciente e procure ajuda com o clínico. Nas afeções orais é muito difícil o paciente deixar de comer ou ficar a esfregar o focinho. Neste caso, o proprietário não percebe o desconforto”.
A médica veterinária recebe, nas suas consultas, proprietários que afirmam que os cães deixaram de gostar de ração seca e que precisam de amolecê-la para que comam ou que o seu cão fica a dormir o dia inteiro. Os pacientes assumiam que os seus animais deixavam de gostar da ração em vez de entenderem que não conseguiam comê-la devido a dor que sentiam.
“Outro desafio é fazer os clínicos e proprietários perceberem que, para se manter a saúde oral, a melhor aposta é a prevenção, sobretudo no que respeita à doença periodontal. O ideal é fazer profilaxias (limpezas) assim que o paciente comece a ter halitose, mesmo que o acúmulo de cálculo seja pouco e que o animal tenha apenas um ano e meio de idade”.
Apesar dos desafios que assinala acredita que, no futuro, cada vez mais pessoas estarão conscientes da importância da cavidade oral. “Na nossa rotina fazemos mais limpezas que não necessitam de extração, ou raspagens manuais apenas recorrendo ao ultrassom e polimento do que tratamentos periodontais, nos quais devemos lançar mão de técnicas mais avançadas havendo frequentemente extrações de dentes”, foca a responsável do Odontovet.

Leia abaixo o artigo completo:

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Doutores Michele e Daniel participam de Congresso em Recife

No último dia 4 de maio os doutores Daniel Ferro e Michele Venturini palestraram no XI Congresso Brasileiro de Odontologia Veterinária, que fez parte do 38o Congresso Brasileiro da Anclivepa, que aconteceu em Recife.

O Dr. Daniel abordou o tema de Implicações Sistêmicas (gerias, que ocorrem em todo organismo) da Doença Periodontal e a Dra. Michele falou sobre o tema “Câncer de Boca: Vale a pena tratar?”.

Confira algumas fotos da participação deles no evento:

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[Especial Páscoa] Blog Curiocidade aborda cuidados com a saúde bucal dos coelhos

Em matéria datada de 2014 o blog Curiocidade falou sobre a especialidade do Odontovet de cuidar dos dentes dos coelhos e de outros animais considerados exóticos. Em comemoração ao mês da Páscoa, trouxemos a matéria completa para nossos leitores e clientes. Leia abaixo!

Famosos por seus dentões, coelhos precisam ir ao dentista. Verdadeiro! Em São Paulo, a Odontovet se especializou nesse ramo. Atende coelhos e também chinchilas, porquinhos-da-índia e até saguis. A clínica existe há 22 anos e, desde o começo, resolve problemas dentários de todos os tipos de animais de pequeno porte. “Nosso serviço aumentou conforme essas espécies foram ficando mais populares”, afirma o doutor Daniel Ferro, um dos cinco médicos veterinários especializados em odontologia da clínica.

O problema com os coelhos, assim como outros roedores, é que suas presas não param de crescer nunca. A única maneira de impedir que os dentes cresçam demais é encorajando o bichinho a desgastá-los. Isso é feito, principalmente, por meio da alimentação. “Na vida selvagem, os coelhos estão o tempo todo mastigando”, afirma Ferro. Em ambiente doméstico, no entanto, é comum que os pets recebam apenas ração, frutas e algumas verduras. “Além de serem de fácil mastigação, eles são muito calóricos e desencorajam o animal a desgastar os dentes”.

Quando a falta de desgaste chega a um nível crítico, os coelhos não conseguem mais comer por causa do tamanho de seus dentes. “Eles são animais muito frágeis em relação a antibióticos e outras formas de tratamento, por isto o tratamento é difícil”, diz Ferro. Como a mordida dos roedores é poderosa, só é possível interferir na boca deles com o uso de anestesia.


[Matéria Original

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[Especial Páscoa] Influência da alimentação na dentição dos coelhos

Como parte dos publicações especiais do mês da Páscoa, hoje vamos falar sobre como a alimentação dos coelhos influência na dentição e na saúde bucal dos coelhos.

Com a popularização dos coelhos como animais de estimação, principalmente nos centros urbanos, dificilmente os tutores conseguem reproduzir uma alimentação igual ao que os coelhos possuem na natureza, e isso pode afetar severamente a saúde oral deles.

Na natureza, eles se alimentam da vegetação disponível, tendo a necessidade de comer grandes volumes de alimento para satisfazer suas necessidades de calorias e, com isso, gerando muito atrito nos dentes, desgastando-os acentuadamente. Por outro lado, nos ambientes domésticos, os alimentos oferecidos não são o suficiente para que haja esse desgaste natural.

Frutas, rações e outros petiscos são alimentos calóricos, que saciam a necessidade, porém em menor quantidade, o que causa apenas um desgaste superficial e insuficiente. Como os dentes dos coelhos por natureza nunca param de crescer, eles começam a ficar grandes e, por desgaste irregular, passam também a formar “pontas” afiadas que podem machucar a boca.

A partir desses problemas, o coelho pode passar a parar de comer e brincar, além de sentir dor, acabando com sua qualidade de vida.

O ideal, em todo caso, é oferecer sempre uma alimentação próxima ao natural, com tipos variados de capim ou feno, além de pequenas porções de ração, afim de que ele se interesse mais pelos vegetais. E sempre, é claro, leve-o ao dentista veterinário mais próximo para tratamentos de rotina.

Para agendar uma consulta conosco e avaliar seu coelho, entre em contato pelo email contato@odontovet.com.br

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[Especial Páscoa] Depoimentos Frank e Lola

Continuando nossas publicações especiais do mês da Páscoa, trouxemos dois depoimentos de tutores de coelhinhos que tivemos o prazer de atender e cuidar, garantindo assim mais saúde e qualidade de vida.

Leia o depoimento da Clara, tutora do coelho Frank, que possuía vários problemas dentários e um abscesso e hoje está muito bem:

“Depois que descobri a importância da alimentação correta e dos cuidados com os dentinhos dos coelhos, a vida do Frank mudou bastante!
Após diversas cirurgias, hoje posso dizer que ele está tento muito mais qualidade de vida! Já tem quase 6 anos e animação para viver mais 6!
A equipe do Odontovet sempre foi muito atenciosa e cuidadosa com o meu coelhinho, confio de olhos fechados no Dr. Herbert e em toda a equipe!”

 

E abaixo o depoimento da Bruna Vanessa, tutora da Lola, que nos enviou essa linda mensagem sobre amor aos animais e o atendimento que temos prestado à Lola:

No convívio entre humanos e animais, encontra-se mudanças na vida de ambos como um todo. Os animais nos ensinam a ter mais compaixão, ser paciente e no caso da Lola o fato dela ainda estar passando por procedimentos odontológicos nos fez adquirir uma carga a mais de responsabilidade e amor . 
Ficamos muito satisfeitos com o atendimento, pois demonstraram toda atenção e comprometimento em busca de um resultado positivo para a Lola, trazendo de volta sua alegria e a qualidade de vida.
Só temos a agradecer a equipe Odontovet e em especial Dr. Daniel Ferro por cuidar com dignidade e respeito da minha princesa. Desejamos uma Feliz Páscoa para todos. 

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[Especial Páscoa] Curiosidades sobre os Coelhos

Em comemoração ao mês da Páscoa, vamos iniciar uma série de posts semanais sobre a saúde bucal dos coelhos, um dos pets exóticos que temos experiência para atender.

Neste primeiro post trouxemos algumas curiosidades sobre a dentição desses pequenos animais de estimação:

  1. Os coelhos podem ser anões, médios ou grandes, terem pelo curto ou longo, orelha em pé ou caída, e serem uma mistura de todas essas características!

  2. Coelhos não são roedores! Eles são lagomorfos, mamíferos herbívoros.

  3. Possuem entre 26 e 28 dentes

  4. Os dentes dos coelhos crescem durante toda sua vida. 

  5. Eles crescem em média 2,4mm por semana

  6. Seu crescimento contínuo é uma resposta de compensação à seus hábitos alimentares.

  7. No ambiente doméstico os alimentos oferecidos não causam desgaste suficiente

  8. A falta de desgaste causa desalinhamento nos dentes e a formação de pontas, que ferem a boca do animal.

Se você notar no seu pet uma diminuição da alimentação, seletividade para comer, perda de peso, salivação ou alteração de comportamento, estes podem ser sinais de problemas odontológicos, portanto marque uma consulta de avaliação conosco através do email contato@odontovet.com

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Alguns sinais de que seu gato te ama!

Para as pessoas que nunca foram tutoras de gatinhos identificar os sinais de carinho e consideração dos bichanos pode ser difícil.

Por isso, se você e seu pet ainda estão se conhecendo e se adaptando um ao outro, atente-se a estas pequenas demonstrações de amor que podem vir dele.

  • Encostar a cabeça – quando os felinos gostam de seus tutores, eles demonstram encostando e esfregando a cabeça em alguma parte do corpo do tutor, fazendo com que seja liberado endorfina, tanto no felino quanto no tutor. Esse gesto demonstra também confiança e segurança.
  • Ronronar – O som preferido dos tutores de gato é sim um sinal claro de que ele diz que te ama. É preciso que se preste atenção ao “ronron” do gato para identificar o barulho que ele faz quando está feliz e calmo com sua presença.

  • Deitar no colo ou dormir na mesma cama – O momento do sono do gato é quando ele mais se sente vulnerável, então, se ele procura você para tirar um cochilo, esse é um sinal claro de que ele confia em você.

  • Trazer “presentes” – Gatos são caçadores e, quando conseguem pegar algo, é comum que eles levem as “vítimas” para os tutores como uma demonstração de afeto pelo seu esforço.

E para manter seu amigo felino sempre saudável e feliz, marque periodicamente uma consulta conosco, mantendo a saúde bucal dele em dia. O agendamento pode ser feito no email odontovet@odontovet.com.


[Via]

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E se os dentes de leite do filhote não caírem?

A idade para troca dos dentes em cães e em gatos é entre o 4º e o 6º mês de vida. Normalmente, durante a troca da dentição o dente de leite precisa cair primeiro para o permanente possa nascer.

Mas e se os dentes do filhote não cairem? 

Nos casos em que os dentes permanentes começam a nascer enquanto os dentes de leite ainda estão no lugar, causando problemas de oclusão, é preciso que os dentes de leite sejam extraídos o mais rápido possível, liberando espaço para que os dentes permanentes nasçam sem problemas.

Ainda que os dentes de leite venham a cair mais tarde, esse atraso pode causar problemas no dente permanente, que pode nascer numa posição errada, prejudicando a mordida e toda saúde bucal do pet.

Veja no caso abaixo, antes da extração o canino superior de leite (A) estava empurrando o canino superior permanente (B) para a frente, impossibilitando que o canino inferior se encaixasse corretamente. Cerca de 15 dias após a extração do dente de leite (A), os caninos superior (C) e inferior (D) voltaram ao seu lugar, formando o encaixe correto.

Imagem da boca de um filhote de cão de 6 meses de idade

Antes

Imagem da boca de um filhote de cão de 6 meses de idade com persistência dos caninos de leite superior (a) e inferior (e).

Depois

Ao notar que seu filhote está na fase de troca de dentição mas não está perdendo os dentinhos, agende conosco uma consulta (clique aqui) para que seja avaliado a necessidade da extração dos dentes. O procedimento adotado é tranquilo, não havendo necessidade de internação, liberando o filhote no mesmo dia. A recuperação costuma ser extremamente rápida.

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Depoimento: Cirurgia Oncológica da Isadora

A Isadora foi nossa paciente e seu caso era um tumor (câncer) na mandíbula, que foi operado por nossa equipe.

Confira abaixo o depoimento dos donos sobre seu tratamento:

Durante um carinho rotineiro, em meados de março, descobrimos um pequeno caroço no queixo da Isadora, nossa gatinha persa, com 9 anos de idade. Mais do que depressa, fizemos uma radiografia que nos trouxe a possibilidade desconcertante dela ter um tumor. Numa primeira biópsia, veio um alívio, pois, embora o resultado não fosse 100% conclusivo, não falava-se em malignidade. Contudo, o tal do caroço começou a crescer, crescer e não sabíamos o que fazer.

No início de setembro, a situação começou a se complicar. A Isadora já não conseguia alimentar-se direito e chegou, por quase 4 dias, a comer muito, muito pouco. Após a visita ao veterinário, descobriu-se que havia uma grande inflamação, causada pelo, até então, caroço. Assim iniciamos a medicação para aliviar a dor, fazendo com que ela voltasse a comer. Nessa mesma consulta, nos foi indicada a Dra. Michèle, da Odontovet. Logo na primeira consulta, após apresentarmos todo o histórico da Isadora, a Dra. Michèle já nos preparou psicologicamente para aceitar que o tal caroço, dificilmente não seria um tumor malígno e, se confirmado, uma opção seria uma mandibulectomia – ou a remoção da mandíbula direita da minha gatinha.

Nossa primeira resposta: “Se a única saída for a mandibulectomia, não será feita”.

Marcamos a cirurgia para uma nova biópsia. Cerca de 10 dias depois da cirurgia, dito e feito, o resultado dizia: Carcinoma Espinocelular.

Era chegada uma das piores horas. Decidir sobre o que fazer entre duas opções: 1) Manter a medicação da Isadora para que ela pudesse ficar sem dor e, em um curto espaço de tempo, colocar uma sonda esofágica para que ela pudesse ser alimentada até quando suportasse. 2) Aceitar a cirurgia que removeria a mandíbula direita – e todo o tumor – com o objetivo de dar um conforto e uma qualidade de vida melhor por mais algum tempo para ela. Com muita segurança e confiança a Dra. Michèle nos pontuou prós e contras de cada escolha e, fortemente, recomendou-nos a cirurgia e que, por final, acabou acontecendo no dia 13.11.12.

Hoje, aproximadamente 50 dias após a cirurgia, a Isadora está muito, mas muito bem! O pós-operatório requereu uma dedicação especial e, no caso dela, ainda contou com uma gastrite – por conta de toda medicação que tomou para a inflamação – que nos deu trabalho, mas conseguimos superar. Depois de duas semanas alimentando-se pela sonda esofágica (o que torna bem simples a alimentação e medicação, sem incomodar o animal), a Isadora passou a se alimentar do caldo de rações úmidas. Logo depois, voltou a alimentar-se de ração seca. No começo com dificuldades para entender como seria a nova mecânica para se alimentar. Mas com uma inteligência incrível, adaptou-se rapidamente. Tivemos que adaptar o local da alimentação, colocando a ração em pratos sem bordas – pois ela pega a ração com o lado esquerdo e não mais de frente – e em um local mais alto para facilitar o momento que ela precisa segurar a ração na boca.

Agora, a Isadora retomou a sua vida normal. Voltou a brincar durante a arrumação da cama, voltou a correr atrás de seus brinquedos, tomar sol na varanda durante as manhãs, enfim, hoje temos nossa gatinha de volta.

Esse depoimento é longo, mas quis deixar registrado a importância de se acompanhar os hábitos e costumes de seus bichinhos estando atentos, principalmente, as mudanças. Também quero deixar aqui registrado que, assim como nós, tenho certeza que muitos terão o pé atrás ao precisar optar por uma cirurgia como a que a Isadora enfrentou, mas tenham a certeza que, nas mãos de pessoas competentíssimas, sérias e, principalmente, humanas, como a Dra. Michèle e toda a equipe da Odontovet, o processo será um sucesso e o seu bichinho, com toda certeza, terá uma qualidade de vida excelente.

Sabemos que, como todo tumor malígno, podemos ter novas surpresas, mas vamos vivendo um dia após o outro e curtindo a nossa princesinha feliz e contente novamente.

Obrigado Dra. Michèle. Todos nós encontramos pessoas especiais em nossas vidas e você, com certeza, já faz parte dessa grupo para nós. (Eduardo e Claudio)

 

Em caso de suspeita de tumores e outros problemas bucais em seu companheiro, agende uma consulta conosco através do email odontovet@odontovet.com

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