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Você sabe o que acontece se os dentes de leite do seu cão não cairem?

Assim como nós humanos, os cães possuem 2 dentições, os dentes de leite, que começam aparecer na boca dos filhotinhos por volta da terceira semana de vida. São aqueles dentinhos bem fininhos e pontudos que machucam bastante quando eles vem brincar de morder. Este dentes são substituídos pelos dentes permanentes normalmente à partir dos 4 meses de idade. Aos sete meses, todos os permanentes já nasceram e estão prontos para fazer arte pela casa.

É muito importante o tutor acompanhar a troca dos dentes decíduos (de leite) principalmente em cães de raças pequenas como spitz, yorkshire, poodles, shi-tzu, maltês, pincher, chiauaua. Nestas raças é muito frequente acontecer o que chamamos de persistência dos dentes decíduos que é quando o dente permanente erupciona e o dente de leite fica ali, firme e forte, junto ao novo dente.

O processo correto é o dente de leite cair antes da erupção do dente permanente. Isso acontece porque; dentro do osso, embaixo do dente de leite, a formação do dente permanente estimula a reabsorção da raiz do dente de leite e também o empurra. Quando o dente decíduo já não tem mais raiz, ele cai e o dente definitivo aparece. Por isso que as pessoas dizem que dente de leite não tem raiz! Inicialmente ele tinha, mas a mesma foi reabsorvida durante este processo de troca dentária.

Quando este processo normal não acontece e a raiz do dente de leite não é reabsorvida, o dente permanente acaba erupcionando ao lado do dente decíduo e nosso pequeno amigo fica com aquela “boca de tubarão” cheia de dentes que, acreditem, é desconfortável para ele!

Pelas leis da física, sabemos que dois “corpos” não conseguem ocupar o mesmo espaço. Desta forma, quando o dente de leite não cai, o dente permanente não consegue ocupar o seu lugar adequado podendo ficar mal posicionado causando um problema de oclusão, que só com aparelho conseguiremos resolver depois. Além disso, muitos dentes na boca causam maior acúmulo de placa bacteriana, facilitando a evolução da doença periodontal.

O que fazer então quando percebemos que os dentes permanente estão apontando e os dentes de leite ainda estão firmes?

Há muitos anos, quando digo muitos, mais de 25 anos, indicava-se esperar até um ano de idade para extrair os dentes de leite. Hoje sabe-se que esperar este tempo pode levar principalmente à problemas de má oclusão sérios (como dentes caninos ocluindo no céu da boca). Desta forma, hoje indica-se levar o pequeno dentuço ao dentista veterinário para que o mesmo extraia todos os dentes decíduos que ainda não caíram e que mostram determinados a ficar, firme e fortes. Claro que para fazer a extração, nosso pequeno deve ser submetido à anestesia geral inalatória, que é muito segura e confortável para ele. É importante, antes de fazer a extração, fazer a radiografia intra-oral (aquela com o filme dentro da boca como nós fazemos) para avaliar como está a raiz do dente decíduo. Muitas vezes, a mesma tem o mesmo tamanho ou é até maior do que a cora (aquela parte do dente que vemos na boca) do dente. E claro, a retirada do dente de leite deve ser feita por completo, coroa e raiz, para que problemas futuros não aconteçam. Quanto antes for feita a extração dos dentes decíduos melhor para o paciente mesmo que ele tenha apenas 5 meses de idade. O procedimento em si é mais rápido e sua recuperação também. Tem pequenos que, mesmo após terem extraídos vários dentinhos de leite, no mesmo dia querem pegar seus brinquedos! A prevenção é sempre a melhor opção!

[Michele Venturini para Blog Autenticão]
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Tipos de Coelhos Domésticos

Sabe-se que há cerca de 50 espécies de coelhos, mas apenas alguns deles foram domesticados. Entre eles, quatro se tornaram mais comuns quando busca-se este pet como companheiro da família. Conheça-os: 

  1. Holland Hop: Essa espécie é uma mistura do lop francês com o anão holandês e surgiu nos anos 50, na Holanda. A principal característica dessa raça são as orelhas caídas e o corpo compacto, sendo uma espécie pequena. Também possuem pêlos densos e de comprimento médio, que requerem cuidados frequentes, como escovação e limpeza.
  2. Cabeça de Leão: Tem este nome por ter uma pelagem mais longa e volumosa na região do pescoço, como se fosse uma “juba” e tem parentesco com os coelhos anões, chegando a pesar até dois quilos. Outras características são as orelhas longas e patas mais fortes e grossas do que outros coelhos domésticos. É um dos mais recomendados para quem tem crianças, pois tem um temperamento calmo e carinhoso.
  3. Rex: este é um dos maiores coelhos domésticos, podendo chegar até 4kg. É originário da França e possui como características orelhas pontudas, inteligência e pelos bem macios, fruto de mutações genéticas.
  4. Anão Holandês: Como seu nome diz, ele é de pequeno porte, pesando cerca de um quilo e tem o corpo no formato de uma bolinha peluda com orelhas curtas. Apesar de ser pequeno, é uma das raças que mais come!

Cuidados com a dentição dos coelhos

Todos os coelhos domésticos precisam de cuidado e atenção aos seus dentes, pois eles crescem durante a vida toda e, se não desgastados corretamente, podem entortar e machucar a boca do pet, causando feridas e dificultando na alimentação e na qualidade de vida do pet. Portanto, para manter a saúde bucal do seu coelho sempre boa, ofereça uma alimentação o mais próxima do natural, incluindo principalmente tipos de feno e capim. Não deixe ração à vontade, ofertando sempre em pequenas porções para que ele se interessa principalmente pelos capins e fenos. Caso haja dúvidas sobre a melhor forma de alimentar, procure um veterinário especializado!

E se você notar uma diminuição ou seletividade na alimentação, perda de peso, salivação, alteração comportamental ou alteração na quantidade, volume e consistência das fezes, podem ser sinais de problemas odontológicos que precisam de uma atenção especial.

 

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Cuidados com a Hipetermia nos Pets

Nesta época do ano as temperaturas começam a subir e é preciso ter cuidado redobrado com a hipertermia. As altas temperaturas fazem com que os pets fiquem superaquecidos, pois seus sistemas de resfriamento não são tão eficientes: os cães costumam ofegar para trocar o ar frio pelo úmido, regulando os níveis de temperatura e também enchem o peito para fazer o ar frio circular pela pele, diminuindo o calor; Já os gatos se lambem para que a saliva evapore e ajude a dissipar o calor.

Porém os pet possuem uma temperatura corpórea de 37º e, quando a temperatura do ambiente está igual ou acima disso, é quando começam os primeiros sintomas da hipertermia, que necessitam ser controlados rapidamente, antes que o quadro se agrave e necessite de atendimento médico.

Para ajudar seu pet a controlar o calor corporal e evitar a hipertermia, é possível fazer algumas das coisas abaixo:

  • BANHO FRIO: ajude-o a se resfriar usando água fria da mangueira, banheira, chuveiro ou colocando o pet na pia ou tanque com água.
  • TOALHA GELADA: aplique toalhas molhadas com água gelada na parte de trás do pescoço ou na cabeça. Uma bolsa de gelo pode ser coloca em cima da toalha. Outros pontos para resfriamento rápido são as virilhas e axilas.
  • MUITA ÁGUA:  Ofereça o quanto de água for necessário, além de soro caseiro caso você sinta que seu pet está desidratado.
  • LOCAL FRESCO: Leve seu pet sempre para um local fresco, com ventilador potente ou ar-condicionado, até que a temperatura ambiente seja menor que a temperatura corporal, e então o pet irá começar a se refrescar ofegando.  

Com atenção redobrada e muito cuidado, os pets podem passar por esses meses de calor intenso com conforto e segurança!

E em caso de desconfortos e situações mais graves consulte sempre um veterinário de confiança!

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Alergias de Primavera nos Pets

E chegamos na Primavera! Essa estação do ano em que o clima fica mais quente, os dias ficam mais longos e as plantas renascem é inspiradora. Mas, é também a época onde surgem mais alergias, nos humanos e também nos pets!

Os pets podem sofrer com as variações climáticas que ainda ocorrem nesse período, mas a alergia mais comum é a reação ao pólen, que passa a ficar mais intenso no ar neste período do ano.

Os sintomas mais comuns apresentados pelos cães com reação alérgica são espirros e muita coceira, onde os pets passam a se lamber de forma excessiva, se esfregarem em paredes e no chão para aliviar a irritação. A coceira pode afetar partes sensíveis como focinho, orelhas e ao redor dos olhos. Uma das formas de diminuir os sintomas e controlar a alergia é aumentar a frequência dos banhos, além de limpar o pet constantemente com produtos adequados.  

Se seu pet apresentar mudanças no comportamento e sintomas mais graves, não hesite em levá-lo imediatamente ao médico veterinário, para que um diagnóstico exato possa ser feito e as causas da alergia possam ser investigadas à fundo.

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[Blog Autenticão] Odontologia Veterinária: curiosidade ou realidade?

Texto colaboração da Dra. Michele Venturini,  publicado originalmente no site Autenticão.
Em 1976, nos EUA, foi fundada a AVDS – American Veterinary Dental Society com o intuito de reunir profissionais com enfoque em odontologia veterinária e em 1988, também nos EUA, foi fundado o AVDC American Veterinary Dental College que confere título de especialista através de exames.
No Brasil, em 1994 fundamos o Odontovet, que foi o primeiro centro odontológico veterinário do Brasil e segundo no mundo e depois, em 2002 foi fundada a ABOV – Associação Brasileira de Odontologia Veterinária. A odontologia veterinária era realmente uma curiosidade!
Colegas e tutores quase riam de nós quando mencionávamos que:
  • Para um dente com fratura, seria necessário tratar o canal e também fazer uma restauração;
  • Problemas de dentes mal posicionados que podem causar desconforto e dor no paciente – poderiam ser resolvidas com aparelhos nos cães (ortodontia);
  • Que não é normal um cão ou gato ter hálito ruim e perder seus dentes e que isso é devido à doença periodontal. Esta é causada pela placa bacteriana que se acumula sobre os dentes e se calcifica formando o tártaro. No começo da doença, temos apenas gengivite (inflamação da gengiva) e com sua evolução, o osso é comprometido (periodontite) até o dente cair. Essa doença causa dor (apesar dos animais não demonstrarem) e pode diminuir a expectativa e qualidade de vida do seu peludo. Sabe-se que 85% dos cães e gatos com 3 a 5 anos de idade tem algum grau de doença periodontal.
Atualmente, nas faculdades, pouco, ou quase nada, se aprende sobre odontologia veterinária. Os profissionais que querem se aprofundar podem fazer um curso de especialização (normalmente com duração de aproximadamente um ano e meio). A procura pelos cursos de especialização tem sido maior mostrando o aumento do interesse na área pelos médicos veterinários. No Brasil ainda não existe o título de especialista em odontologia. Somos profissionais especializados.
 
Sendo assim, com crescente número de pessoas atuando na área, o ideal é que, sempre que o cão ou gato apresentar algum problema na boca, o proprietário procure um dentista veterinário. Para nós humanos é assim, não é? Quando estamos com um problema na boca ou quando uma criança precisa de cuidados orais, vamos ao dentista e não ao médico, não é mesmo?
 
Hoje, após 24 anos nos dedicando a aumentar a saúde oral de nossos pets através de tratamentos de ponta e de palestras e sendo exemplo para muitos profissionais, toda a equipe do Odontovet tem a certeza que a odontologia veterinária já é uma realidade.
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Mau hálito em cães não é normal, e nem legal!

Em entrevista dada à revista Cães Amigos na edição 57, a Dra. Michelle Venturini fala um pouco mais sobre o bafinho dos cães e como prevenir o mau hálito, sintoma que incomoda tutores e que, principalmente, indica problemas na boca.

“Assim como nós, os cães têm vários tipos de bactérias na boca. Elas acumulam-se sobre os dentes formando o que conhecemos como placa bacteriana. Em nossa cavidade oral, podemos identificar a placa quando passamos a língua sobre os dentes e sentimos uma camada espessa, rugosa, e, quando escovamos nossos dentes e usamos fio dental, é esta camada que removemos, promovendo saúde aos dentes e gengiva.

Mas quantos de nós escovam diariamente os dentes de seus amigos peludos?

Não fazer a higiene diária permite que a placa bacteriana se organize, amadureça e cause inflamação da gengiva, mais conhecida como gengivite – que é um processo reversível, mas no qual o cão já apresenta um “bafinho”. Esta é a hora de intervir!

Se não houver tratamento imediato, a placa, com o tempo, pode se calcificar e formar o tártaro, problema normalmente presente sobre os dentes dos cães. E sobre este tártaro mais placa bacteriana se acumulará e a inflamação, que inicialmente era apenas na gengiva, passará a comprometer as estruturas mais internas que sustentam o dente e que poderão ser destruídas. Nessa fase já identificamos o problema como doença periodontal, ou periodontite, que é grave e irreversível, e onde o mau hálito fica cada muito mais forte e passa a incomodar.

Se nada for feito até este momento, a doença pode evoluir tanto que os dentes ficam abalados e caem sozinhos. Quando isso acontece ja é um alívio para o cão, pois finalmente ele fica livre de dor, sem desconforto e sem um foco de infecção. Isso mesmo, infecção! A doença periodontal, desde sua fase inicial (gengivite) até suas fases mais avançadas (periodontite) é uma infecção. E o pior, ela não compromete apenas a boca, mas todo o organismo, pois as bactérias e seus produtos entram na circulação sanguínea e podem comprometer órgãos como coração, fígado e rins.

Como prevenir

Para prevenirmos essa doença tão prejudicial aos nossos amigos, o ideal é realizar diariamente a escovação dos dos dentes, de preferência desde que sejam filhotes, para que eles se acostumem.

Claro que a escovação dental diária não é a única forma de cuidarmos da saúde oral, pois, assim como nós, eles também precisam passar pelo dentista veterinário e fazer uma profilaxia, também chamada de limpeza de tártaro, uma vez ao ano ou sempre que estiverem com mau hálito, independente se tiverem um ano de vida ou 16 anos.

Começou a ter o cheiro ruim na boca, mesmo que ele não tenha muito tártaro sobre os dentes, está na hora de um tratamento. Isso é prevenção. A cultura de deixar juntar mais tártaro para fazer o tratamento é errada e prejudicial ao seu pet. 

Se seu cão nunca escovou os dentes e já estiver com os dentes comprometidos pela doença periodontal, é necessário fazer primeiro o tratamento periodontal para depois começar a escovar seus dentes. Iniciar a escovação com a doença instalada, só vai causar dor e não vai adiantar. É muito importante lembrar que para que o tratamento seja realizado de forma adequada, os cães precisam estar anestesiados. Hoje em dia, a anestesia inalatória com monitorização e a realização de exames pré-anestésicos nos permitem anestesiar qualquer paciente, com 3 ou 17 anos, com muita segurança.

Lembre-se sempre: a saúde começa pela boca!”

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O uso de pets na Zooterapia

Você provavelmente já ouviu falar de alguém que melhorou da depressão, aliviou sintomas de ansiedade ou crianças que melhoraram problemas comportamentais depois de se relacionarem com pets, né? Pois a utilização de animais para tratamento tem nome: Zooterapia.

A Zooterapia é uma metodologia psico-educativa que utiliza pets como uma técnica de terapia assistida, usando-os como estímulo para pessoas com diversas patologias e problemas. Ela consiste em técnicas de reabilitação ou reeducação de alterações tanto físicas quanto psíquicas, sociais ou de comportamento.

E dentro da zooterapia é possível usar diversos pets como agentes de estímulo positivo. 

Os pets mais comuns usados na zooterapia são os cachorros, mas estima-se que já há avanços com uso de coelhos, aves, gatos e outros pets. O cavalo também é muito usado na zooterapia, principalmente com crianças que têm problemas como paralisia e síndrome de Down.

Aqui no Brasil a prática da zooterapia ainda está em estágio de avanço. Há muito preconceito no uso dos pets em hospitais, faltam estudos suficientes quanto a metodologia de aplicação da terapia, mas num geral, ela vem sendo cada vez mais utilizada, ainda que de forma voluntária e para companhia de crianças e idosos. E apesar desses impasses já existem bons profissionais que trabalham com o uso da zooterapia em pacientes e que vem tendo bons efeitos, graças a especializações nessa área.

E, em todos os casos, é indispensável que os pets usados na zooterapia estejam com a saúde completamente em dia, inclusive e principalmente a saúde bucal, evitando o desenvolvimento de doenças periodontais!

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Como identificar sinais de que seu pet está com dor?

Uma dúvida que sempre atinge os tutores é como identificar se o pet está sentindo dor, já que eles não falam. A verdade é que os pets, apesar de não falarem, dão muitos sinais que estão sentindo dores, mas de formas mais sutis do que os humanos.

Em primeiro lugar é preciso estar sempre atento ao comportamento do seu pet e, a qualquer sinal de alteração nele, observar e então levar até um profissional para avaliação.

Os pets costumam ser mais resistentes e tolerantes às dores que nós humanos, portanto dores leves são relevadas, o que pode ser um problema, já que pode levar a descoberta de doenças e problemas em estado avançado. Mas calma, veja alguns sintomas que podem ajudar a identificar dores na boca e auxiliar no tratamento o quanto antes, devolvendo a saúde e a qualidade de vida pro seu pet:

  • Mau Hálito: O bafinho é o primeiro sinal de que algo não vai bem na boca (pois boca saudávell não tem hálito ruim), inclusive podendo gerar dores.
  • Alterações no temperamento: Os pets podem apresentar agressividade e isolamento, principalmente se as dores são maiores.
  • Falta de Apetite:  O pet pode parar de comer para evitar sentir dor, o que pode gerar queda de energia e desmaios.
  • Passar a comer apenas ração molhada ou molinha
  • Apresentar gengivas vermelhas e sangramento ocasional: Se verificar pontos de sangue próximo a bebedouros e os potes de ração
  • Não deixar tocarem na cabeça ou próximo à boca: os pets podem passar a ficar receosos quanto o toque, pois sentem dor, e isso é um sinal para se ter atenção!  
  • Resmungos e gemidos: eles podem mudar a forma como miam ou latem principalmente quando fazem atividades que mexem nos locais de dor.

E para evitar problemas com dores na boca ou que seu pet volte a sofrer com problemas bucais, recomendamos tomar estes cuidados:

  1. Leve regularmente seu pet para fazer exames orais, limpeza de tártaro e radiografias de todos os dentes, mesmo que ele seja novinho. Apenas assim é possível identificar precocemente problemas mais sérios e seja possível fazer o tratamento adequado;
  2. Faça a escovação diária dos dentes do seu pet, prevenindo e retardando o surgimento e progresso da doença periodontal. Aprenda aqui como começar a escovar os dentes do seu amigão.
  3. Ofereça sempre rações de qualidade, pois a alimentação pode influenciar diretamente na saúde bucal do seu pet. Há diversos alimentos que ajudam a evitar o endurecimento da placa bacteriana, enquanto outros, mais secos, ajudam a criar atrito no dente durante a mastigação e retardam o acúmulo de placa (mas lembre-se: NADA substitui a escovação dental diária!).

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Entenda como é feito o cálculo da idade “humana” do seu pet

Até alguns anos atrás achava-se que, para descobrir a idade humana de um cachorro ou gato, bastava multiplicar o valor por 7. Mas isso é apenas um mito, e ultrapassado, pois a conta não é tão simples assim!

Durante o primeiro ano de vida de um cão seu desenvolvimento e amadurecimento é muito mais rápido do que o de uma criança humana, portanto, o correto é considerar que, com 1 ano, o cão tem o equivalente a mais ou menos 15 anos humanos!

Descobriu-se que outros fatores, como a raça do cão e seu porte físico, também influenciam diretamente na contagem da idade do pet. Cães menores vivem mais do que cães de grande porte, sabia? Ainda assim, cada raça dentro de cada porte amadurece e passa pelas fases da vida em tempos diferentes.

Um estudo realizado pela BBC do Reino Unido determinou uma forma que leva em conta diversas variáveis para se calcular corretamente a idade do seu cãozinho. Essas são as variáveis levadas em conta no cálculo:

  • Cada raça avança os anos e as fases da vida em velocidades diferentes.
  • Cada raça demora tempos diferentes em cada etapa da vida (filhote, juventude, vida adulta e velhice)
  • Os cachorros de raças pequenas tem juventudes curtas e longas vidas adultas (ou seja, amadurecem mais rápido mas vivem mais)
  • Já cachorros de raças grandes são o oposto, demorando mais tempo para atingir a maturidade (cerca de dois anos) e passam apenas mais alguns anos na vida adulta/velhice (cerca de 5 a 8 anos)
  • Cães sem raça definida, os famosos vira-latas, costumam viver cerca de 1,5 anos a mais que cães de raça.
  • Já para os gatinhos, a contagem da idade é feita de outra forma, pois os felinos tem um salto de desenvolvimento muito grande durante o primeiro ano de vida, que equivale a 15 anos humanos! Já no segundo ano, durante a juventude, ele já teria o equivalente a 24 anos.

Após os dois anos de idade, já na vida adulta, os felinos passam a ter um desenvolvimento mais lento, e considera-se que cada ano adicional equivale a cerca de 4 anos humanos. Portanto se seu gatinho tem 4 anos, o cálculo da idade humana dele seria de 32 anos!

Agora queremos saber: E se você fosse um pet, quantos anos caninos ou felinos você teria? Ficou curioso né? Por isso desenvolvemos uma calculadora que descobre quantos anos caninos ou felinos você teria hoje!

Para descobrir sua idade de pet, clique aqui e faça o teste!

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A importância dos exames pré-operatórios

Assim como são solicitados uma bateria de exames antes dos humanos realizarem qualquer procedimento cirúrgico, aos pets que são tratados no Odontovet também é solicitado alguns exames pré-operatórios.

Esses exames pré-operatórios são essenciais para que o dentista veterinário avalie se o paciente está apto para ter sua boquinha tratada adequadamente.

Nós solicitamos a todos os nossos pacientes, a princípio, os exames:

– Hemograma Completo
– Eletrocardiograma
– Função Renal e Hepática

Porém, durante o exame clínico, enquanto é avaliado com clareza como está a saúde do paciente e o que ele tem, é possível que seja solicitado outros exames complementares.

Todos os exames solicitados são feitos na clínica, e assim que o resultado chega do laboratório já é agendado o tratamento. 

Caso seu pet ja tenha feito os exames em até 3 meses, é possível usá-los durante a consulta, porém o veterinário irá avaliar se estão corretos, podendo solicitar novos exames. Por isso é importante avisar, no momento da marcação da consulta, há quanto tempo foram feitos os exames.

Lembre-se que os exames pré-operatórios solicitados são de extrema importância para que o dentista veterinário e toda equipe envolvida tenham a maior quantidade possível de informações sobre o pet, para assim poder tratar dele com tranquilidade, minimizando todos os riscos à saúde do pet e potencializando sua recuperação, além de ser uma forma de passar a segurança e a tranquilidade necessária ao tutor quanto à saude do pet.


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