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Curiosidade sobre os hábitos dos chinchilas

Os chinchilas já são uma opção popular de pet de estimação pois são animais fofos, pequenos, silenciosos e sem cheiro. Além disso, são muito companheiros e possuem alguns hábitos curiosos que os diferenciam dos outros roedores de estimação.

Banho:  Os chinchilas se limpam tomando um banho à seco e sem qualquer produto, apenas usando um pó especial para eles, que simula o hábito natural de se limparem rolando na areia. A recomendação é que o pó seja trocado regularmente para que eles possam tomar até três banhos semanais.

Horários: Os donos desse pet logo percebem que o chinchila geralmente passa o dia dormindo, pois são animais de hábitos noturnos. Isso não significa que ele não fique acordado durante o dia, mas sim que são mais calmos e lentos. Um bom amigo pra quem gosta de ficar acordado até altas horas!

Ativos por natureza: Apenas de pequenos, os chinchilas são bem ativos, principalmente durante a noite. Para gastar essa energia e manter a saúde do pet em dia, uma gaiola com espaço e andares e soltar o pet em casa com frênica são o suficiente para que ele fique bem.

Dentição: Como todo bom roedor, os dentes dos chinchilas não param de crescer nunca, o que exige que eles roam o tempo todo para desgastá-los. Pedaços de madeira adequados e alimentos fibrosos como a alfafa auxiliam nesse desgaste. Em caso do pet não ter o hábito de roer estimulado constantemente, é possível que haja problemas em sua dentição.

Caso seu chinchila esteja com os dentes muito grandes, tortos, machucando-o ou com falta de apetite, agente uma consulta conosco no email odontovet@odontovet.com para que possamos indicar o melhor tratamento.

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Os benefícios de se ter um animal de estimação

Desde sempre fala-se que “o cão é o melhor amigo do homem”, e com o passar do tempo este ditado é corroborado por diversos estudos científicos que demonstram e afirmam todos os benefícios de se ter um cachorro (ou outro pet) como companhia.

A maioria dos estudos comprova que, em contato com os animais de companhia, o ser humano é capaz de liberar o hormônio ocitocina, conhecido como hormônio do amor, responsável por criar vínculos entre indivíduos. Além disso, a companhia de um pet ajudar baixar os níveis de cortisol, responsável pela sensação de estresse.

Especialmente para pessoas que vivem sozinhas, a chegada de um companheiro peludo ajuda também em mudanças de comportamento, já que o senso de responsabilidade por outro ser traz um sentimento de bem-estar e um objetivo de vida. Outras mudanças, como o aumento de atividades físicas por conta da energia dos pets, principalmente os cães, é algo bastante impactante na vida das pessoas.

Porém, se o tutor do pet mora sozinho, é possível que o pet também fique muito tempo em casa sem companhia, por isso é muito importante oferecer todo conforto para o animal durante este tempo, evitando que o animal se estresse muito. No caso de pessoas que passam muito tempo fora, o ideal é escolher animais mais independentes, como roedores, peixes ou gatos.

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Gripe em cães e outras doenças de inverno

Com a chegada do tempo frio e a baixa repentina das temperaturas, não é apenas os humanos que ficam gripados com mais facilidade, mas também os cães.

A gripe nos cães é causada por um vírus específico deles, não se manifestando em humanos. Pode ser transmitida pelo ar ou no contato com objeto ou cães infectados. Com sintomas como tosse persistente, espirro, coriza e até febre, é preciso conduzir o tratamento corretamente, semelhante à forma humana, evitando que o quadro piore e se desenvolva numa pneumonia.

Outros problemas também podem se desenvolver com mais facilidade com a chega do inverno, como a Traqueobronquite Infecciosa, que possui sintomas semelhantes à gripe, mas é muito mais contagiosa e é caracterizada pela tosse seca e persistente.

Já a Cinomose Canina é uma doença altamente contagiosa e que apresenta maiores casos neste período por conta do vírus que sobrevive muito mais tempo em ambientes secos e frios. A contaminação se dá por secreções expelidas e principalmente através do espirro, atingindo principalmente filhotes com o sistema imunológico em desenvolvimento ou adultos que estão com o sistema imunológico fragilizado. Apesar de ser uma doença que mata, ainda é possível tratá-la se descoberta o quanto antes.

Fique atento aos sinais que seu pet te dá e, em qualquer alteração, leve-o ao veterinário o mais rápido possível.

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Exames prévios antes de procedimentos cirúrgicos é coisa séria!

Entenda porque os exames pré-procedimentos são de extrema importância.

Antes de todos procedimento que envolva cirurgia ou antes do paciente receber anestesia para os tratamentos oferecidos no Odontovet, são realizados exames prévios.

O intuito desses exames é oferecer ao médico veterinário informações detalhadas sobre a saúde e o quadro clínico do paciente, inclusive resguardando o animal e seu tutor de possíveis complicações durante os procedimentos, diminuindo consideravelmente os riscos cirúrgicos.

Os exames mais comumente pedidos são ECG (eletrocardiograma), Raio-X, hemograma e urina, podendo variar de acordo com cada caso.

Outro ponto em que os exames se fazem extremamente importantes é para acompanhamento pós-cirúrgico, oferecendo ao profissional parâmetros vitais do paciente antes e após o procedimento.

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5 causas de estresse em animais e seus sinais

Da mesma forma que os humanos, os cães também sofrem com estresse, e suas motivações são as mais variadas possíveis.

É extremamente importante que o comportamento do animal seja sempre observado e, quando as alterações são frequentes, o ideal é que o animal seja analisado por um profissional.

Esses são alguns dos geradores de estresse mais comuns:

  1. Separação
    Quando tirados do convívio com seus donos, alguns animais ficam estressados e com medo. Em determinadas situações isso pode desencadear a memória de um abandono sofrido no passado e os principais sinais no comportamento são agitação, tentativas de fuga e até escavação.
  2. Novo animal na casa
    A chegada de um novo pet na família pode deixar o cão estressado por sentir que está perdendo território ou atenção. Com isso ele pode ficar agressivo com o outro animal e com os donos, ou pelo contrário, ficar completamente apático à situação, ignorando tudo.
  3. Mudança de rotina
    Mudanças bruscas na rotina e nos horários do animal, mudanças de ambiente ou quando um pet é levado de um local ao outro por muito tempo podem gerar desconforto e estresse ao pet.
  4. Barulhos altos
    Barulhos muito altos, como fogos de artifício, tempestades e trovões podem gerar situações de estresse muito altos, levando alguns animais até ao falecimento. A melhor forma de minimizar o estresse dessa situação é oferecer segurança – através da sua presença, principalmente – e conforto para o pet – como um canto isolado e escondido -, até que o barulho passe.
  5. Viagens longasAlguns cães podem reagir mal à viagens de carro, ficando agitados, ofegantes, podendo chegar até a vomitarem. A melhor forma de evitar é acostumá-lo ao ambiente do carro, aos poucos e gradativamente, antes de efetivamente realizar o transporte no carro ou a viagem.

Fique sempre atento às situações em que seus pets estão expostos e como eles reagem à elas, e, em qualquer mudança de comportamento, procure um veterinário.

Para agendar uma consulta conosco, entre em contato pelo email odontovet@odontovet.com. Nosso horário de atendimento é de Segunda a Sexta, das 8h às 17h.

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Depoimento: Branco

Trouxemos este emocionante depoimento da Patrícia Massaud, tutora do belíssimo Branco, um gato de idade avançada que passou por tratamento e cirurgia conosco. Leia abaixo:

“Como iniciar esta avaliação, sem explanar minha imensa gratidão pela representatividade de vocês na vida de nós, tutores e de nossos animais de estimação?

Minha vida sempre foi rodeada de animais, cresci repleta de muita alegria e felicidade. Aos 8 anos ganhei uma gatinha muito mimosa chamada Sapeca, e ao longo dos anos tive sua filha, neta e hoje aos 32 tenho o seu bisneto – Branco que irá completar 15 anos em Nov/2017.

Somos gaúchos, porém eu moro em São Paulo desde 2010 e o Branco havia ficado na minha casa com meu pai. Perdi minha mãe em 2008 e depois meu pai em 2015, que foi quando o Branco veio morar comigo.

No final de 2016 ele foi diagnosticado com “Síndrome reabsortiva odonto clástica felina“, o veterinário prescreveu uma medicação e pediu para observarmos a evolução dele, caso eu notasse uma piora no quadro, teríamos que partir para a cirurgia de remoção dos dentes. Neste momento eu gelei… Afinal, meu amado gato já é um senhor de idade e toda cirurgia requer cuidados e anestesia geral é sempre um fator preocupante. Seguimos as instruções do veterinário que o atendeu, até que no final de Jan/17 o Branco adquiriu um abscesso no lado esquerdo da face, e aceitamos que o único caminho era realmente a cirurgia.

Medo? Senti muito. Não sabia o que fazer, para onde correr, quem procurar. Só sabia que meu melhor amigo precisava de profissionais competentes para dar o tratamento que ele merece. Foi aí que conheci a Odontovet, sua história, sua equipe médica extremamente qualificada foi um alento para mim. Mandamos um e-mail para sanarmos algumas dúvidas, o qual foi respondido com muito carinho e atenção pela Miriam.

No dia 05/04/2017 fomos para uma consulta com o Dr. Jonathan e me faltam adjetivos para definí-lo. A consulta foi muito esclarecedora, durou o tempo necessário para eu tirar todas as minhas dúvidas e ficar tranquila com o procedimento. Sem eu nem solicitar, tive à disposição seus contatos em caso de dúvida/intercorrência com o Branco (bem diferente do veterinário anterior, que mesmo com o seu paciente até então em emergência, negou-se a informar um celular para contato).

Agendamos a cirurgia para o dia 12/04/2017. Ocorreu tudo perfeitamente bem, mesmo sem vários dentes e com a boca repleta de pontos, o Branco chegou em casa com muita fome e devorou duas porções do seu alimento favorito: fígado bovino! E ainda mastigou (com os poucos dentes que sobraram) seu petisco predileto.

Fiquei encantada com todo o atendimento, a estrutura, o bloco cirúrgico (que fui convidada a conhecer), o profissionalismo e principalmente o amor que toda a equipe nutre pelos animais.

E isso é o diferencial, além de me sentir segura, em nenhum momento fomos tratados como cifras, mas sim com muita humanidade e carinho.

Tive a oportunidade de agradecer à Dra Michele Venturini por tudo que ela representou pra mim, mesmo sem nos conhecermos. Li todos os relatos de outros tutores e vários me emocionaram. Reitero meu agradecimento, se não fosse por vocês, eu não sei o que seria de nós. Obrigada pela excelência! Eu sinto que vocês fazem o que amam. Vida longa à Odontovet e sua equipe de profissionais extremamente qualificados!

Infinitas vezes obrigada! Vocês foram a melhor escolha para tratar do meu amor peludo.” 

 

Faça como a Patrícia e traga seu pet para uma consulta conosco através do email odontovet@odontovet.com.

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Odontovet na Revista Veterinária Atual – Portugal

O Odontovet foi representado pela Dra. Michele Venturini em uma entrevista para a Revista Veterinária Atual, de Portugal, falando sobre o cenário da odontologia veterinária no Brasil.

Leia abaixo o trecho da matéria com a participação da doutora:

A realidade brasileira

No Brasil, a área de Odontologia Veterinária tem vindo a crescer exponencialmente. Quem o afirma é Michèle Venturini, médica veterinária e cirurgiã dentista, mestre em Cirurgia pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo. “Infelizmente, nas faculdades de medicina veterinárias não se aborda o tema ou ainda se aborda de forma muito superficial. Porém, os cursos tanto de extensão, quanto de especialização na área têm aumentado em todo o país”, diz-nos. Michèle Venturini é também fundadora e responsável do centro Odontovet – focado exclusivamente na odontologia, com delegações em várias cidades brasileiras, como São Paulo,Curitiba, Belo Horizonte, Brasília e outras.
“Foi o primeiro Centro Odontológico especializado no Brasil e o segundo no mundo. Temos uma experiência de 23 anos de atendimento único e exclusivo em Odontologia, e somos a maior equipa de profissionais especializados na área. Todos temos cursos de mestrado, pós graduação ou doutoramento na especialização. Todos divulgamos a especialidade e damos aulas em cursos ou congressos, o que nos obriga a uma atualização permanente”, salienta. É esta ética e transparência que faz com que os proprietários confiem os seus animais aos cuidados da equipa que, por sua vez, se compromete “com o bom atendimento ao cliente”.
Ainda no que respeita aos congressos e cursos, a fundadora deste Centro sublinha: “A Associação Brasileira de Odontologia Veterinária ABOV tem contribuído muito com a divulgação da especialidade organizando congressos e webinars (palestras online). Desta forma tem-se falado cada vez mais da especialidade no meio veterinário. Tal como em Portugal, existe um esforço acrescido por parte de profissionais brasileiros em divulgar a especialidade junto da população. “Por isso, cada vez mais, o proprietário tem-se consciencializado da importância dos cuidados orais para o bem-estar e a qualidade de vida dos nossos pacientes”, adianta.
Comparando o Brasil aos Estados Unidos da América, a médica veterinária considera que estão no mesmo patamar no que respeita ao conhecimento. “O que os diferencia é que, do ponto de vista tecnológico, cujos custos são maiores, os EUA estão mais adiantados, além da especialidade parecer ser mais divulgada e ser mais antiga do que no Brasil”, defende. Relativamente a países da Europa, Michèle Venturini “acredita que estão no mesmo patamar que países como França, Itália e Áustria”. No que respeita a Portugal, pelo que se apercebeu aquando da sua viagem ao país em abril do ano passado para participar numa formação promovida pela Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (FMV-ULHT), considera que “a especialidade está mais avançada e divulgada no Brasil”. Ficou também com a ideia de que o nosso país está a passar por uma fase de transição com o surgimento das especialidades, sendo que o Brasil passou pelo mesmo mas “há 20 anos”. No Brasil, as maiores exigências passam por aquilo a que Michèle Venturini chama de “fase de transição”. É que, apesar de toda a divulgação, há o outro lado da moeda. “Muitos médicos veterinários clínicos ainda estão reticentes em encaminhar os seus pacientes para um especialista por estarem desinformados em relação às implicações locais e sistémicas das afeções orais”, explica. E isto tem consequências diretas nos proprietários. “Infelizmente ainda hoje ouvimos proprietários dizer que, quando o seu cão ou gato fraturou um dente, o levaram ao médico veterinário que lhes disse que não precisariam de fazer nada com aquele dente com exposição pulpar, ou que quando procuraram o profissional clínico geral devido ao facto de o seu cão apresentar halitose, mas sem grande acúmulo de cálculo, ouviram que seria melhor esperar ficar pior para só depois tratar”.
Outro dos desafios deve-se ao facto de as doenças orais não estarem associados a sintomatologia evidente, tanto para os clínicos, como para os proprietários. “É diferente de um problema oftalmológico, no qual o paciente fica com a pálpebra fechada, com o olho a lacrimejar ou passar constantemente a pata. Estes sinais e sintomas fazem com que o proprietário perceba o desconforto do paciente e procure ajuda com o clínico. Nas afeções orais é muito difícil o paciente deixar de comer ou ficar a esfregar o focinho. Neste caso, o proprietário não percebe o desconforto”.
A médica veterinária recebe, nas suas consultas, proprietários que afirmam que os cães deixaram de gostar de ração seca e que precisam de amolecê-la para que comam ou que o seu cão fica a dormir o dia inteiro. Os pacientes assumiam que os seus animais deixavam de gostar da ração em vez de entenderem que não conseguiam comê-la devido a dor que sentiam.
“Outro desafio é fazer os clínicos e proprietários perceberem que, para se manter a saúde oral, a melhor aposta é a prevenção, sobretudo no que respeita à doença periodontal. O ideal é fazer profilaxias (limpezas) assim que o paciente comece a ter halitose, mesmo que o acúmulo de cálculo seja pouco e que o animal tenha apenas um ano e meio de idade”.
Apesar dos desafios que assinala acredita que, no futuro, cada vez mais pessoas estarão conscientes da importância da cavidade oral. “Na nossa rotina fazemos mais limpezas que não necessitam de extração, ou raspagens manuais apenas recorrendo ao ultrassom e polimento do que tratamentos periodontais, nos quais devemos lançar mão de técnicas mais avançadas havendo frequentemente extrações de dentes”, foca a responsável do Odontovet.

Leia abaixo o artigo completo:

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Doutores Michele e Daniel participam de Congresso em Recife

No último dia 4 de maio os doutores Daniel Ferro e Michele Venturini palestraram no XI Congresso Brasileiro de Odontologia Veterinária, que fez parte do 38o Congresso Brasileiro da Anclivepa, que aconteceu em Recife.

O Dr. Daniel abordou o tema de Implicações Sistêmicas (gerias, que ocorrem em todo organismo) da Doença Periodontal e a Dra. Michele falou sobre o tema “Câncer de Boca: Vale a pena tratar?”.

Confira algumas fotos da participação deles no evento:

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[Especial Páscoa] Blog Curiocidade aborda cuidados com a saúde bucal dos coelhos

Em matéria datada de 2014 o blog Curiocidade falou sobre a especialidade do Odontovet de cuidar dos dentes dos coelhos e de outros animais considerados exóticos. Em comemoração ao mês da Páscoa, trouxemos a matéria completa para nossos leitores e clientes. Leia abaixo!

Famosos por seus dentões, coelhos precisam ir ao dentista. Verdadeiro! Em São Paulo, a Odontovet se especializou nesse ramo. Atende coelhos e também chinchilas, porquinhos-da-índia e até saguis. A clínica existe há 22 anos e, desde o começo, resolve problemas dentários de todos os tipos de animais de pequeno porte. “Nosso serviço aumentou conforme essas espécies foram ficando mais populares”, afirma o doutor Daniel Ferro, um dos cinco médicos veterinários especializados em odontologia da clínica.

O problema com os coelhos, assim como outros roedores, é que suas presas não param de crescer nunca. A única maneira de impedir que os dentes cresçam demais é encorajando o bichinho a desgastá-los. Isso é feito, principalmente, por meio da alimentação. “Na vida selvagem, os coelhos estão o tempo todo mastigando”, afirma Ferro. Em ambiente doméstico, no entanto, é comum que os pets recebam apenas ração, frutas e algumas verduras. “Além de serem de fácil mastigação, eles são muito calóricos e desencorajam o animal a desgastar os dentes”.

Quando a falta de desgaste chega a um nível crítico, os coelhos não conseguem mais comer por causa do tamanho de seus dentes. “Eles são animais muito frágeis em relação a antibióticos e outras formas de tratamento, por isto o tratamento é difícil”, diz Ferro. Como a mordida dos roedores é poderosa, só é possível interferir na boca deles com o uso de anestesia.


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[Especial Páscoa] Influência da alimentação na dentição dos coelhos

Como parte dos publicações especiais do mês da Páscoa, hoje vamos falar sobre como a alimentação dos coelhos influência na dentição e na saúde bucal dos coelhos.

Com a popularização dos coelhos como animais de estimação, principalmente nos centros urbanos, dificilmente os tutores conseguem reproduzir uma alimentação igual ao que os coelhos possuem na natureza, e isso pode afetar severamente a saúde oral deles.

Na natureza, eles se alimentam da vegetação disponível, tendo a necessidade de comer grandes volumes de alimento para satisfazer suas necessidades de calorias e, com isso, gerando muito atrito nos dentes, desgastando-os acentuadamente. Por outro lado, nos ambientes domésticos, os alimentos oferecidos não são o suficiente para que haja esse desgaste natural.

Frutas, rações e outros petiscos são alimentos calóricos, que saciam a necessidade, porém em menor quantidade, o que causa apenas um desgaste superficial e insuficiente. Como os dentes dos coelhos por natureza nunca param de crescer, eles começam a ficar grandes e, por desgaste irregular, passam também a formar “pontas” afiadas que podem machucar a boca.

A partir desses problemas, o coelho pode passar a parar de comer e brincar, além de sentir dor, acabando com sua qualidade de vida.

O ideal, em todo caso, é oferecer sempre uma alimentação próxima ao natural, com tipos variados de capim ou feno, além de pequenas porções de ração, afim de que ele se interesse mais pelos vegetais. E sempre, é claro, leve-o ao dentista veterinário mais próximo para tratamentos de rotina.

Para agendar uma consulta conosco e avaliar seu coelho, entre em contato pelo email contato@odontovet.com.br

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