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Doação de Sangue

Os pets, assim como os humanos, não são imunes a acidentes e doenças. Em muitos casos acaba sendo necessária uma transfusão de sangue. Para que isso ocorra, é preciso que haja doadores pois os bancos de sangue enfrentam sempre uma baixa no estoque de sangue destinado aos pets.

A doação de sangue pode salvar muitas vidas, inclusive a do seu pet. Para os pets, algumas situações demandam transfusão de sangue, são elas: intoxicação, acidentes com ferimentos graves como atropelamento, hemorragias, picadas de cobra, doenças causadas por carrapatos, dentre outras.

Muitas dessas situações são bastante comuns, mas muitos dos pets não conseguem a ajuda necessária devida a falta de sangue nas clínicas veterinárias e nos bancos de sangue veterinários. Você sabia que você e seu pet podem mudar esta realidade doando sangue?

Você sabia que uma bolsa de sangue consegue ajudar 3 pets diferentes? 

E além do seu amigo salvar vidas ele ainda ganha um check up? Ele fará exames de sangue (hemograma, função dos rins, função do fígado e teste para as principais doenças que são transmitidas pelo sangue).

Para comemorar o dia 25 de Novembro, dia nacional do doador de sangue, a Odontovet – Unidade Hospital Veterinário Anhembi Morumbi oferecerá 10% de desconto 1,2 na avaliação odontológica ou no tratamento odontológico, para todos os doadores de sangue!

Corre e agende a doação!

  • Promoção válida apenas para doações feitas na Unidade Hospital Veterinário Anhembi Morumbi até o fim do mês de Dezembro.
  • Tire uma foto do seu pet doando sangue e publique em nossa página! Não se esqueça de curtir a página do Odontovet!

Hospital Veterinário da Universidade Anhembi Morumbi

  1. Conselheiro Lafaiete, 64 – Brás, São Paulo – SP

Quem pode doar?

Para garantir a segurança e proteger a saúde do pet, a doação de sangue para pets conta com alguns requisitos:

Cães

  • Pesar pelo menos 30 kg.
  • Ter entre 1 e 8 anos de idade.
  • O pet não pode ter nenhuma doença crônica.
  • A vermifugação e vacinação devem estar em dia
  • Nunca ter recebido transfusão de sangue.
  • No caso de fêmeas, não estar grávida ou no cio.
  • Não ter contato com  carrapatos recentemente.

Gatos

No caso dos gatos, a maioria dos requisitos são os mesmos dos cães, porém, alguns se diferem:

  • Pesar pelo menos 4 kg.
  • Ter entre 1 e 6 anos de idade.

O procedimento

A doação ocorre de maneira bem rápida e tranquila. O procedimento de coleta dura cerca de 15 minutos.  A doação de sangue para pets ainda é muito desconhecida, por isso é necessária a conscientização. Seja solidário, doe sangue e compartilhe com seus amigos.

O Odontovet apoia essa ideia! 

 

Confira uma lista de outros bancos de sangue para pets em São Paulo

  • Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo

Av. Prof. Orlando Marques de Paiva, 87 – Butantã, São Paulo – SP

  • Pets & Life

Rua Araicas, 35 – Jaguaré – São Paulo – SP

  • Hemovet

Pinheiro Guimarães, 86 – Parque da Vila Prudente, São Paulo – SP

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O Odontovet preparou uma lista com os cuidados necessários para você e seu pet aproveitarem a viagem sem problemas!

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Dia do trabalho | Pets à serviço da humanidade

Neste dia do trabalhador conheça as principais profissões exercidas pelos pets a serviço da humanidade.

Mais que nossos companheiros do dia a dia, os pets também nos acompanham na rotina de trabalho. Conheça agora algumas das profissões exercidas pelos pets:

  • Assistentes emocionais: Alguns pets auxiliam seus tutores em suas jornadas e terapias. São acompanhantes que ajudam sempre que necessário e por isso são chamados de Assistentes Emocionais, sendo responsáveis por dar apoio e independência ao seu tutor. E estes bichinhos podem ser os mais diversos: porcos, pôneis, cachorros, gatos e, quem diria, até cangurus.
  • Bombeiros: Até hoje há coisas que a tecnologia não domina com maestria. Uma destas coisas é a detecção da presença de pessoas em desastres. Os pets bombeiros atuam na equipe de resgate farejando pessoas e até outros bichinhos em perigo. Eles conseguem ter acesso à locais que nós não conseguimos e avisar o resto da equipe de humanos onde ir. Os mais comuns nesta profissão são os furões e porcos-da-índia.
  • Guias: Não podemos esquecer dos cães guia que auxiliam um deficiente visual na sua locomoção e independência. São pets que identificam os riscos potenciais no ambiente ou percurso de seu tutor e os guiam, evitando acidentes.
  • Agricultores: Você diria que uma cabra pode ser uma auxiliar de agricultura fenomenal? Pois é, no Japão cabras são criadas em fazendas pois se alimentam de determinadas plantas como o kudzu, e assim impedem a sua proliferação. É um controle natural de ervas daninhas!
  • Cāes de guarda: vários estabelecimentos comerciais e empresas têm cāes guardas.
  • Cães policiais: ajudam não só no policiamento, mas também em situações especiais como é o caso dos cães farejadores.
  • Cães de guerra: é o nome que recebe os cães do exército, que tem funções de vigilância, mas também são treinados para situações de combate.
  • Cães de pastoreio: algumas raças sāo conhecidas por sua aptidão em pastorear rebanhos de gado ou ovelhas, substituindo muitas vezes com muito maior eficiência os cavalos e seus peões. Dentre estas raças se destacam os Border Collies e os Blue Heeler ou boiadeiro australiano.
  • Pombo correio: não poderíamos deixar de citar as aves, que não na atualidade, mas já serviram no passado no envio de mensagens, como foi o caso dos pombos correios.

Fica claro que os pets além de serem extremamente inteligentes, eles otimizam por completo o nosso dia a dia. Mas se você acha que as profissões acabam por aí, você se engana. Cada dia que passa mais profissões são criadas e tratamentos sāo potencializados só pela presença e auxílio de pets. Sem dúvidas, este mundo com a ajuda dos bichinhos é um lugar muito melhor.

Você tem um pet day no seu trabalho ou tem algum bichinho te ajudando na sua rotina ou ainda conhece uma outra profissão que não citamos? Conta para a gente nos comentários. E lembre-se, precisando de uma consulta com seu pet, entre em contato conosco por meio do e-mail: contato@odontovet.com.br

 

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A importância da alimentação para a dentição dos coelhos.

Como os alimentos podem influenciar no crescimento e manutenção dos dentes de coelhos.

A dentição dos coelhos é única e peculiar de diversas formas.

Quando caem seus dentes de leite, os dentes dos coelhos passam a ser permanentes e crescer dia após dia. Por isso, você pode ter se deparado com coelhinhos com dentes bem grandes por aí.

O detalhe é que, sem um cuidado esse crescimento excessivo dos dentes, não é nada saudável para o pet. Por mês, é comum que cresçam aproximadamente 1 cm. Isso pode influenciar tanto no processo de mastigação quanto no peso ou em atividades corriqueiras do coelho.

Mas, a natureza é sábia e a dieta apropriada do coelho é perfeita para evitar o crescimento maior que o devido. A oferta de alimentos fibrosos, como o feno, capim e alguns tipos de ração, que não deve ser deixada à vontade, ajudam os dentes a se desgastar aos poucos, de forma natural e indolor.

Basicamente, com a alimentação correta, os dentes dos coelhos crescem e são desgastados na mesma proporção diariamente e seu coelhinho fica feliz e saudável.

Importante mencionar que, apesar da cenoura ser o alimento preferido do coelhinho de Hollywood, ela não deve ser oferecida ao seu pet. A melhor maneira de manter a saúde dos dentes do seu coelho é fornecendo opções de vegetação fibrosa, como: capim, feno, palha de milho verde, talo da cenoura, couve, entre outros. Claro, sem deixar de ofertar pequenas quantidades da ração recomendada pelo médico veterinário de sua confiança.19

Seu coelho tem alguma fibra favorita? Compartilhe conosco nos comentários o que seu coelho adora comer toda a hora. E caso tenha alguma dúvida ou necessite de uma consulta, entre em contato conosco.

 

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Você sabe o que acontece se os dentes de leite do seu cão não cairem?

Assim como nós humanos, os cães possuem 2 dentições, os dentes de leite, que começam aparecer na boca dos filhotinhos por volta da terceira semana de vida. São aqueles dentinhos bem fininhos e pontudos que machucam bastante quando eles vem brincar de morder. Este dentes são substituídos pelos dentes permanentes normalmente à partir dos 4 meses de idade. Aos sete meses, todos os permanentes já nasceram e estão prontos para fazer arte pela casa.

É muito importante o tutor acompanhar a troca dos dentes decíduos (de leite) principalmente em cães de raças pequenas como spitz, yorkshire, poodles, shi-tzu, maltês, pincher, chiauaua. Nestas raças é muito frequente acontecer o que chamamos de persistência dos dentes decíduos que é quando o dente permanente erupciona e o dente de leite fica ali, firme e forte, junto ao novo dente.

O processo correto é o dente de leite cair antes da erupção do dente permanente. Isso acontece porque; dentro do osso, embaixo do dente de leite, a formação do dente permanente estimula a reabsorção da raiz do dente de leite e também o empurra. Quando o dente decíduo já não tem mais raiz, ele cai e o dente definitivo aparece. Por isso que as pessoas dizem que dente de leite não tem raiz! Inicialmente ele tinha, mas a mesma foi reabsorvida durante este processo de troca dentária.

Quando este processo normal não acontece e a raiz do dente de leite não é reabsorvida, o dente permanente acaba erupcionando ao lado do dente decíduo e nosso pequeno amigo fica com aquela “boca de tubarão” cheia de dentes que, acreditem, é desconfortável para ele!

Pelas leis da física, sabemos que dois “corpos” não conseguem ocupar o mesmo espaço. Desta forma, quando o dente de leite não cai, o dente permanente não consegue ocupar o seu lugar adequado podendo ficar mal posicionado causando um problema de oclusão, que só com aparelho conseguiremos resolver depois. Além disso, muitos dentes na boca causam maior acúmulo de placa bacteriana, facilitando a evolução da doença periodontal.

O que fazer então quando percebemos que os dentes permanente estão apontando e os dentes de leite ainda estão firmes?

Há muitos anos, quando digo muitos, mais de 25 anos, indicava-se esperar até um ano de idade para extrair os dentes de leite. Hoje sabe-se que esperar este tempo pode levar principalmente à problemas de má oclusão sérios (como dentes caninos ocluindo no céu da boca). Desta forma, hoje indica-se levar o pequeno dentuço ao dentista veterinário para que o mesmo extraia todos os dentes decíduos que ainda não caíram e que mostram determinados a ficar, firme e fortes. Claro que para fazer a extração, nosso pequeno deve ser submetido à anestesia geral inalatória, que é muito segura e confortável para ele. É importante, antes de fazer a extração, fazer a radiografia intra-oral (aquela com o filme dentro da boca como nós fazemos) para avaliar como está a raiz do dente decíduo. Muitas vezes, a mesma tem o mesmo tamanho ou é até maior do que a cora (aquela parte do dente que vemos na boca) do dente. E claro, a retirada do dente de leite deve ser feita por completo, coroa e raiz, para que problemas futuros não aconteçam. Quanto antes for feita a extração dos dentes decíduos melhor para o paciente mesmo que ele tenha apenas 5 meses de idade. O procedimento em si é mais rápido e sua recuperação também. Tem pequenos que, mesmo após terem extraídos vários dentinhos de leite, no mesmo dia querem pegar seus brinquedos! A prevenção é sempre a melhor opção!

[Michele Venturini para Blog Autenticão]
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Alergias de Primavera nos Pets

E chegamos na Primavera! Essa estação do ano em que o clima fica mais quente, os dias ficam mais longos e as plantas renascem é inspiradora. Mas, é também a época onde surgem mais alergias, nos humanos e também nos pets!

Os pets podem sofrer com as variações climáticas que ainda ocorrem nesse período, mas a alergia mais comum é a reação ao pólen, que passa a ficar mais intenso no ar neste período do ano.

Os sintomas mais comuns apresentados pelos cães com reação alérgica são espirros e muita coceira, onde os pets passam a se lamber de forma excessiva, se esfregarem em paredes e no chão para aliviar a irritação. A coceira pode afetar partes sensíveis como focinho, orelhas e ao redor dos olhos. Uma das formas de diminuir os sintomas e controlar a alergia é aumentar a frequência dos banhos, além de limpar o pet constantemente com produtos adequados.  

Se seu pet apresentar mudanças no comportamento e sintomas mais graves, não hesite em levá-lo imediatamente ao médico veterinário, para que um diagnóstico exato possa ser feito e as causas da alergia possam ser investigadas à fundo.

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O uso de pets na Zooterapia

Você provavelmente já ouviu falar de alguém que melhorou da depressão, aliviou sintomas de ansiedade ou crianças que melhoraram problemas comportamentais depois de se relacionarem com pets, né? Pois a utilização de animais para tratamento tem nome: Zooterapia.

A Zooterapia é uma metodologia milenar (estima-se que seu uso teve início por volta do século XVIII), psico-educativa, que utiliza pets como uma técnica de terapia assistida, servindo como estímulo para pessoas com variados tipos de doenças. Ela consiste em técnicas de reabilitação ou reeducação de alterações tanto físicas quanto psíquicas, sociais ou de comportamento. As mais comuns são: ansiedade, depressão, estresse, problemas de hipertensão, deficiências físicas.

Dentro da zooterapia é possível usar diversos pets como agentes de estímulo positivo.

Os pets mais comuns para a prática da zooterapia são os cachorros, mas há avanços com uso de coelhos, aves, gatos e diversos outros pets. O cavalo também é muito usado na zooterapia, principalmente com crianças que têm problemas como paralisia e síndrome de Down.

Aqui no Brasil, a prática da zooterapia já é utilizada em hospitais, inclusive pelo SUS, e em projetos independentes, especialmente com crianças e idosos. Apesar disso, a escassez de cursos de especialização no país, e por consequência a pouca quantidade de profissionais nessa área fazem com que seja um recurso ainda pouco explorado.

O mais importante, acima de tudo, é que os pets sejam constantemente acompanhados e estejam com a saúde em dia, inclusive a saúde bucal, que pode servir como um foco de infecção para os pacientes humanos.

 

*Atualizado em 28/5/2019

 

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Entenda como é feito o cálculo da idade “humana” do seu pet

Até alguns anos atrás achava-se que, para descobrir a idade humana de um cachorro ou gato, bastava multiplicar o valor por 7. Mas isso é apenas um mito, e ultrapassado, pois a conta não é tão simples assim!

Durante o primeiro ano de vida de um cão seu desenvolvimento e amadurecimento é muito mais rápido do que o de uma criança humana, portanto, o correto é considerar que, com 1 ano, o cão tem o equivalente a mais ou menos 15 anos humanos!

Descobriu-se que outros fatores, como a raça do cão e seu porte físico, também influenciam diretamente na contagem da idade do pet. Cães menores vivem mais do que cães de grande porte, sabia? Ainda assim, cada raça dentro de cada porte amadurece e passa pelas fases da vida em tempos diferentes.

Um estudo realizado pela BBC do Reino Unido determinou uma forma que leva em conta diversas variáveis para se calcular corretamente a idade do seu cãozinho. Essas são as variáveis levadas em conta no cálculo:

  • Cada raça avança os anos e as fases da vida em velocidades diferentes.
  • Cada raça demora tempos diferentes em cada etapa da vida (filhote, juventude, vida adulta e velhice)
  • Os cachorros de raças pequenas tem juventudes curtas e longas vidas adultas (ou seja, amadurecem mais rápido mas vivem mais)
  • Já cachorros de raças grandes são o oposto, demorando mais tempo para atingir a maturidade (cerca de dois anos) e passam apenas mais alguns anos na vida adulta/velhice (cerca de 5 a 8 anos)
  • Cães sem raça definida, os famosos vira-latas, costumam viver cerca de 1,5 anos a mais que cães de raça.
  • Já para os gatinhos, a contagem da idade é feita de outra forma, pois os felinos tem um salto de desenvolvimento muito grande durante o primeiro ano de vida, que equivale a 15 anos humanos! Já no segundo ano, durante a juventude, ele já teria o equivalente a 24 anos.

Após os dois anos de idade, já na vida adulta, os felinos passam a ter um desenvolvimento mais lento, e considera-se que cada ano adicional equivale a cerca de 4 anos humanos. Portanto se seu gatinho tem 4 anos, o cálculo da idade humana dele seria de 32 anos!

Agora queremos saber: E se você fosse um pet, quantos anos caninos ou felinos você teria? Ficou curioso né? Por isso desenvolvemos uma calculadora que descobre quantos anos caninos ou felinos você teria hoje!

Para descobrir sua idade de pet, clique aqui e faça o teste!

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