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Mitos e verdades sobre o uso de petiscos para melhora da saúde bucal

Muitas são as promessas feitas nas embalagens de petiscos, rações e outros produtos para pets sobre limpeza bucal e até controle de tártaro, mau hálito e muito mais, porém nem sempre todas essas promessa são verdadeiras, e por isso o Dr. Herbert Corrêa responde algumas perguntas que esclarecem um pouco mais sobre a real eficácia desses produtos:

Com tantos produtos cujo apelo é acabar com o mau hálito ou remover o tártaro ou manter a saúde bucal, quais critérios um tutor deve levar em consideração na escolha destes produtos?
Em primeiro lugar não se deve decidir pela compra de nenhum produto no balcão de uma loja ou no corredor de um petshop, ou até mesmo na internet. Existem muitos produtos que não cumprem aquilo que prometem! Então fique atento. A melhor maneira de escolher um produto é perguntando para um profissional veterinário especialista em saúde oral. Ele está familiarizado com os produtos que são sérios e a finalidade de cada produto. Este profissional irá primeiro avaliar o estado de saúde oral de pet e verificar se ele já precisa primeiro de um tratamento profissional para depois começar um programa de prevenção em casa através do uso de produtos. E por fim, este mesmo profissional deverá fazer o acompanhamento e verificar se o uso destes produtos está sendo eficiente na manutenção da saúde oral. Somente assim seu pet estará seguro.

Ossinhos e petiscos que prometem limpar o tártaro são confiáveis?
Não, pois essa não é a função destes produtos. A função destes produtos é diminuir o acúmulo de placa bacteriana, retardando o aparecimento da doença periodontal. Eles são indicados como coadjuvantes na manutenção da saúde oral, ou seja, para ser usado após uma limpeza completa realizada por um profissional.

Existe de fato algum alimento que evite o tártaro nos dentes dos animais?
Na realidade não. A escovação diária dos dentes ainda é a melhor forma de prevenir da formação do tártaro. Alimentos, snacks, petiscos e aditivos para serem colocados na água de beber tem uma ação limitada, ou seja, eles podem no máximo retardar o aparecimento do tártaro, mas nunca prevenir da mesma forma que a escovação, por isso não são substitutos

Brinquedos que dizem auxiliar na limpeza dos dentes são confiáveis?
Não exatamente, pois não existe um produto que entre no espaço entre a gengiva e o dente e remova as sujeiras ou o tártaro que já se acumulou abaixo da gengiva. Alguns produtos por seu formato e textura podem remover alguma quantidade de tártaro, mas jamais farão o papel do profissional veterinário especialista na limpeza dental.

 E os ossos naturais, eles limpam os dentes do cachorro?
Por sua dureza, ajudam na remoção de alguma quantidade de placa bacteriana e até de alguma quantidade de tártaro, mas não abaixo da linha da gengiva onde ocorre a doença periodontal. Além disso, exatamente por serem muito duros, podem quebrar os dentes, trazendo complicações como dor de dente, necessidade de tratamento de canal ou até extração do dente fraturado.

Existe algum órgão que regulamente a eficácia destes produtos que se dizem substitutos para limpeza bucal de cães e gatos?
Até o momento, não. O fabricante é o único que pode garantir a idoneidade de seus produtos. Algumas empresas são sérias e comprometidas com a saúde dos pets, enquanto outras são mais comprometidas com seus objetivos financeiros. E o cliente fica perdido em meio a tantas opções no mercado.
Esta preocupação ocorreu há cerca de duas décadas nos Estados Unidos. Então, especialistas, cientistas e pesquisadores juntamente com o colégio americano de odontologia veterinário se reuniram e fundaram o conselho veterinário de saúde oral (Veterinary oral health council – www.vohc.org), uma entidade idônea com prestígio mundial que estabelece critérios para a pesquisa da avaliação da eficácia dos produtos com o apelo de reduzir placas e cálculos bucais. Por sua vez, as empresas podem espontaneamente submeter as pesquisas de seus produtos para o VOHC, que avalia se estas pesquisas obedecem os critérios pré-estabelecidos e se os resultados são satisfatórios. Uma vez aprovados o VOHC confere um selo de aprovação para determinado produto.
É possivel conferir no site http://vohc.org/all_accepted_products.html todos os produtos com o selo de aprovação, pois alguns destes produtos já estão disponíveis no mercado brasileiro.

Após uma limpeza de tártaro ou tratamento periodontal, como posso prolongar os resultados, mantendo a saúde em dia?
Este é o momento ideal para usar produtos com a função de retardar o acúmulo da placa bacteriana. As rações, snacks, ossinhos e petiscos cujo formato e textura ajudam na remoção da placa poder ser usados como AUXILIADORES, nunca como substitutos.
Estes produtos podem receber a adição de substâncias que diminuem ou potencializem sua ação. Existem aditivos para serem colocados na água de beber com a função de reduzir o acúmulo de placa e há também alguns tipos de gel bucais com a mesma função de reduzir a placa, mas nada, absolutamente nada é capaz de substituir a escovação diária dos dentes.
Apenas cerca de 15% da população de cães e gatos mesmo não escovando os dentes ou tendo qualquer outra forma de cuidado odontológico não irão desenvolver a doença periodontal, pois são resistentes naturalmente.

Qual a forma mais eficaz de prolongar um tratamento periodontal?
A melhor forma ainda é a tradicional escovação diária dos dentes. Como ela não é uma realidade para a maior parte dos pets, então vale a pena lançar mão destes produtos citados como coadjuvantes na manutenção da saúde oral, e ninguém melhor que um dentista veterinário para acompanhar se o programa de prevenção está funcionando e quando será o momento onde será necessária uma limpeza dentária profissional. Nós do Odontovet recomendamos ao menos uma avaliação anual.
Porém, se notar a presença de mau hálito deve-se imediatamente procurar um profissional especializado.

 

 

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5 dúvidas sobre a saúde dos cães braquicefálicos

Os cães braquicefálicos são aqueles com “nariz amassado”, o que confere a eles uma carinha achatada e considerada muito simpática, como os cães da raça Pug, Buldogues, e Pequinês. Por isso a Doutora Michele Venturini explica como acontece a respiração dos cães braquicefálicos, os problemas que esta condição traz a eles e como o tratamento pode mudar completamente a vida desses pets. 

  • Meu cachorro ronca e tem muita dificuldade de respirar, o que fazer?Um cachorro braquicefálico roncar é considerado quase que “normal”, no sentido que a maioria deles, devido à sua formação, roncam, porém isso não é o certo. Se o pet tem dificuldade em respirar também, é importante levá-lo ao médico veterinário para uma avaliação.
    A dificuldade para respirar pode ser devido ao fato desses pets terem a narina muito pequena, fechada (o que é comum nas raças braquicefálicas) e por isso fazem força para puxar o ar pelo nariz (muito semelhante ao que uma pessoa que tem rinite sente nesta época do ano, com o nariz sempre entupido, dificultando a respiração pelo mesmo e etc).
    Além disso, a formação do focinho deles (achatado) também ajuda para que a passagem do ar seja difícil, pois todas as estruturas internas do nariz estão  “amontoadas”. O ronco pode também ser devido ao palato mole do cão estar alongado e, assim, quando o ar passa, ele vibra e até pode obstruir a entrada do ar na traquéia.
  • Mas porque meu cachorro ronca muito?
    Estas características, narina estreita e nariz achatado, fazem com que o cão braquicefálico faça muita força para respirar causando uma pressão negativa na região do fundo da boca (orofaringe). Esta pressão negativa acaba interferindo no formato do palato mole que, com o tempo, vai se alongando. Quando isso acontece, os roncos e a dificuldade para respirar aumentam.
    Às vezes, o aumento do peso (obesidade) também contribui para os roncos aumentarem, pois a gordura se acumula por todo o corpo, incluindo a região da garganta, estreitando ainda mais as vias respiratórias.
  • Quais problemas de saúde podem acontecer por conta da má respiração?
    Nos cães braquicéfálicos, a má respiração pode levar a um quadro chamado de síndrome do braquicefálico, na qual o cão apresenta várias estruturas da garganta (orofaringe) alteradas anatomicamente dificultando ainda mais o problema respiratório. Tem animais que com apenas 8 ou 9 anos de idade, não conseguem comer direito pois ou eles mastigam a comida e engolem ou eles respiram.
    Além disso, a troca do calor corporal nos cães é feita pela boca (pois eles não transpiram como nós) e também pela cavidade nasal. Nos cães braquicefálicos, esta troca de calor para manter a temperatura corporal é muito prejudicada por eles quase não terem nariz. Inclusive, se eles fizerem exercício em dia quente, a temperatura deles pode aumentar muito (hipertermia), levando a morte.
  • A rinoplastia em cães é uma cirurgia de risco?
    Quando o cachorro tem a narina estreita (e isso é aparente desde filhote), o ideal é fazer a rinoplastia (uma cirurgia considerada pequena) para abrir a narina e facilitar a entrada do ar. Desta forma, ele não fará tanta força para respirar durante toda sua vida, diminuindo as chances de desenvolver a síndrome do braquicefálico. Quanto mais novo o cão fizer a rinoplastia, melhor será para ele.
    É um procedimento rápido e seguro que pode ser feito no filhote à partir dos 5 meses de idade. No mesmo dia do procedimento já percebemos a diferença na forma dele respirar, aparentando muito mais silencioso e tranquilo.
  • Quanto tempo leva para realizar a cirurgia? O meu pet precisa ser internado?
    Para fazer a rinoplastia, o cão precisa ser anestesiado e o procedimento não demora mais do que meia hora normalmente. O que é necessário ver é se o paciente, além de ter a narina estreita, se também já não tem o palato mole alongado. Se for o caso, o ideal é já operarmos as duas estruturas (narinas e palato) no mesmo momento. E o ideal é fazermos isso com o cão ainda bem jovem, pois quanto mais velho ele for, mais as estruturas poderão estar alteradas, e os resultados podem não ser tão bons quanto no tratamento preventivo (ainda filhote). O tempo de cirurgia vai depender do que será necessário fazer e de quais estruturas estão acometidas.
    Em um paciente de mais idade, no qual a síndrome já está instalada, é muito provável que após a cirurgia (que provavelmente vai envolver narina, palato mole alongado e outras estruturas), ele deva ficar internado pelas primeiras 24 horas. Agora, se fizermos o tratamento preventivo (em um cão filhote ou jovem), normalmente o procedimento é mais rápido e o paciente já vai para casa no mesmo dia.

 

 

 

 

Se seu pet é braquicefálico, marque agora mesmo uma consulta conosco através do Whatsapp clicando aqui.

É possível falar conosco também pelo email odontovet@odontovet.com. Estamos à disposição!

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5 problemas bucais que mais afetam os pets

Na matéria produzida pelo site Clube para Cachorros, a Dra. Michele Venturini listou os 5 problemas bucais mais recorrentes em pets e explica em detalhes como cada um deles se manifesta.

Leia abaixo o texto da matéria publicado no site:

  1. Periodontite

Doença periodontal ou periodontite é a principal doença que pode comprometer os dentes e a boca dos cães. Segundo a veterinária dentista, aproximadamente 85% dos cães de três a cinco anos de idade já estão comprometidos com esse problema.

A periodontite surge através do acúmulo de placa bacteriana presente na boca do cachorro. Mesmo sendo uma característica fisiológica e normal, a placa pode aumentar se o tutor não realiza a higienização dos dentes do animal e então passa a ser um problema.

“Ela [a placa bacteriana] acaba se acumulando, se organizando, se calcificando (formando o tártaro) e se tornando agressiva para as estruturas dos dentes (gengiva, osso e ligamento que seguram o dente) e para o organismo”, ressalta Michele.

O primeiro sinal desse problema é o famoso “bafinho” nos cães. Nesse estágio é comum que o animal apresente apenas a gengivite, que é a inflamação na gengiva.

Com o passar do tempo, e sem o tratamento adequado, a doença avança. “Se não cuidarmos desta fase, a doença evolui para as estruturas mais internas (osso e ligamento) causando a destruição dos mesmos (periodontite). Os dentes ficam abalados (moles) e podem até cair sozinhos.”

Quando a doença periodontal já está muito avançada, os cães afetados podem demonstrar outros sinais de incômodo. Alguns passam a preferir rações mais umedecidas, outros deixam de roer ossos e há ainda os que passam a ficar mais quietos. Tudo isso, devido a dor que sentem.

“O ideal é não deixar a doença passar da gengivite pois, uma vez que ocorre a destruição dos tecidos mais internos, o processo é irreversível, sendo muito difícil voltar ao estado normal”, indica a médica veterinária.

  1. Fratura dos dentes

Existem diferentes formas dos cães fraturarem os dentes. Por exemplo, quando mordem ou roem objetos muito duros, estão expostos a esse tipo de problema dentário.

As fraturas dos dentes podem ocorrer também de forma acidental, quando cães brigam entre si. Outra forma desse incidente acontecer é quando cães ficam puxando grades ou portões.

“O melhor é sempre tratar assim que fraturou pois o dente quebrado e com o canal exposto, funciona como uma porta de entrada para as bactérias e um foco de inflamação que acaba comprometendo o resto do organismo”, orienta a dentista canina.

  1. Problema de dentes de leite (decíduos) persistentes

Um outro grave problema dentário em cães é a persistência de dentes decíduos. Essa situação é oriunda da não queda dos dentes de leite, os quais não abrem espaço para os dentes permanentes.

“Dois dentes não ocupam o mesmo espaço e se o dente de leite não for removido, o dente permanente pode se posicionar no local errado levando à problema de oclusão”, explica.

Para a cirurgiã dentista, raças como maltês, yorkshire, pinscher, spitz alemão anão e outras de porte pequeno, são as maiores vítimas desse problema.

Infelizmente, essa doença não pode ser prevenida. Contudo, assim que diagnosticada, deve ser tratada por um veterinário dentista. “Antigamente, se indicava esperar até um ano de idade para fazer a extração dos dentes decíduos, hoje o indicado é fazer antes para que o cão não tenha problemas de oclusão.”

  1. Tumores na boca

Devido a maior expectativa de vida dos cães, eles tendem a ter também uma incidência maior de tumores. Um deles é o tumor na boca, que segundo a Dra. Michele Venturini, surge com mais frequência em animais com idade avançada.

“Para os tumores, o quanto antes o mesmo for tratado, melhor para o cão. Assim, se começar a ter uma “bolinha” na boca que está crescendo, já é hora de fazer uma biópsia para saber o que é aquilo pois pode ser um tumor maligno”, relata a veterinária.

  1. Fraturas de mandíbula ou maxilar

Já as fraturas de mandíbula ou de maxilar são relacionadas à brigas, atropelamentos e até mesmo quedas. Para evitar tais situações, é importante que o dono cuide da segurança do animal.

Já as fraturas de mandíbula ou de maxilar são relacionadas à brigas, atropelamentos e até mesmo quedas. Para evitar tais situações, é importante que o dono cuide da segurança do animal.

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Levar seu pet ao dentista veterinário é um ato de amor

Recentemente nossa dentista veterinária Doutora Michele Venturini deu uma excelente entrevista para o site Clube para Cachorros, reforçando mais uma vez que a saúde de todos os pets começa pela boca, e por isso é tão importante levá-los regularmente ao dentista veterinário.

Confira um trecho da matéria em que explica-se essa importância:

“Cuidar dos dentes dos cães é cuidar de sua saúde, não apenas oral, mas também geral. Doenças da boca, além de causar dor (que normalmente eles não demonstram) representam uma fonte de infecção e inflamação que compromete todo o organismo”, alerta a especialista em odontologia canina.

Assim, tanto o tratamento de problemas já evidentes como também a prevenção de outros, são medidas que devem ser tomadas pelos tutores.

Para esclarecer ainda mais sobre a importância da saúde bocal do cão, a dentista Michele explica sobre as principais doenças que afetam os dentes e a boca do cachorro. Além disso, a especialista indica qual a melhor saída para esses problemas.  Clique aqui para ler a matéria completa no site do Clube dos Cachorros.

Para tirar dúvidas ou marcar uma consulta para seu pet envie uma mensagem para nós no Whatsapp clicando aqui (ou no número: 11 99603-9047). É possível agendar também através do email odontovet@odontovet.com. 

 

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Cães podem registrar memórias através de cheiros, diz estudo

Os cães possuem o olfato muito aguçado, cerca de 40 vezes mais potente que o dos humanos. Mas você sabia que os cães usam este sentido para ajudar a visualizar mentalmente um objeto ou uma pessoa?

É o que sugere um estudo publicado pelo Instituto Mack Planck de Ciências Humanas, que fica na Alemanha. Nele, foi averiguado que os pets caninos conseguem entender o que cada cheiro significa, e a partir disso processam melhor imagens e memórias.

Graça aos mais de 300 milhões de receptores olfativos nos focinhos e uma região cerebral 40 vezes maior dedicada a processar cheiros, os cães têm o poder de registrar na memória e assimilar esses odores com pessoas, objetos ou situações.

Você sabia que este olfato aguçado pode ficar comprometido em alguns casos de infecção na boca? Sim, porque a boca e o nariz estão muito próximos e a infecção pode se propagar através das raízes dos dentes, chegando até o nariz.

Por isso mantenha a saúde bucal do seu pet em dia levando-o regularmente ao dentista veterinário para consultas e tratamentos.

Para agendar uma consulta conosco através do email odontovet@odontovet.com ou em nosso WhatsApp (basta clicar no link e será aberto a janela de conversa diretamente conosco – funciona melhor no celular).

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Lei passa a permitir visita de pets em hospitais de São Paulo

Desde o início de fevereiro se tornou possível que pacientes internados na rede pública municipal de São Paulo recebam a visita de seus pets de estimação.

A Lei nº 16.827, de 6 de fevereiro de 2018, é de autoria do vereador Rinaldi Digilio e dispõe sobre a liberação de entrada de animais de estimação em hospitais públicos para visitas a pacientes internados. A ideia da lei é contribuir com o tratamento levando carinho e alegria para o paciente que está em recuperação.

Já existem alguns estudos que comprovam que o estímulo dos pets em ambientes hospitalares ajuda na recuperação do paciente e também motiva a equipe que convive com o animal.

Para que os pacientes possam receber a visita dos seus pets de estimação, foram determinadas algumas regras básicas: É preciso pedir autorização do médico responsável pelo paciente e agendar a visita com a administração do hospital.

 

Para os pets, as regras são:

– Estar limpo

– Estar com a vacinação em dia

– Possuir laudo veterinário que ateste as condições de saúde do pet

– Ser levado até o hospital em caixa de transporte adequada, além do uso de guia e coleira.

Esperamos que esta lei proporcione cada vez mais a inclusão dos pets como forma de melhora no tratamento dos pacientes e leve ainda mais amor à relação entre os pets e seus tutores!


Com informações do Estadão e Radar Municipal

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Urso com língua gigante é salvo e recupera qualidade de vida após cirurgia

Um urso de apenas 18 meses que vive em Myanmar, chamado Nyan Htoo, teve sua vida mudada após pegar uma infecção na língua, causada por uma picada de mosquito, que se transfornou na doença chamada elefantíase. A língua de Nyan chegou a pesar mais de 3kgs, ficando para fora da boca e eventualmente se arrastando pelo chão, o que dificultava toda a vida do animal.

Antes – Dificuldades para viver de forma normal. Fonte: Herald Scotland

Foi então que uma equipe de veterinários da Universidade de Edimburgo foi chamada para auxiliar os veterinários locais na remoção de parte da língua. Mesmo assim, após alguns meses a doença retornou e de forma pior, afetando toda qualidade de vida do urso. Apesar de brincar e viver de forma aparentemente normal, o urso Nyan diversas vezes precisava apoiar a cabeça nas grades para se manter em pé e estava com os dentes constantemente machucados por conta do peso da língua.

Após uma cirurgia que durou cerca de quatro horas, toda parte do órgão que estava doente foi removida com sucesso, e após algumas semanas de recuperação o urso já aparentava uma melhora significativa na qualidade de vida.

Após a cirurgia – Vida mais feliz! Fonte: Herald Scotland

Os veterinários acreditam que esta cirurgia foi primordial para que Nyan pudesse viver de forma mais digna e livre. Hoje ele já pode comer com mais conforto, dormir em posições naturais sem incômodos e aproveitar toda sua longa vida!

Este caso nos mostra mais uma vez que saúde oral é algo que afeta muito a vida de qualquer animal e que um olhar cuidadoso pode devolver a ele uma vida normal com mais qualidade e saúde.

 

Marque uma consulta hoje mesmo através do email odontovet@odontovet.com.br e garanta mais qualidade de vida para seu pet.

 

Fonte

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Ações voluntárias do Odontovet são uma maneira de contribuir para a formação do médico veterinário

Todos os doutores do Odontovet realizam palestras e apresentações em congressos e faculdades de forma totalmente voluntária, com o objetivo de contribuir para que os profissionais que estão ingressando no mercado estejam conscientes e saibam o mínimo de odontologia, podendo identificar problemas e ajudar os pacientes a terem saúde e mais qualidade de vida de forma integral.

“Muitos alunos de medicina veterinária estão se formando sem ter o conhecimento básico dos problemas odontológicos e o quanto isso pode influenciar na saúde dos animais.” frisa Dr. Herbert Correa.

Em uma das palestras dada numa universidade de São Paulo, entre os 50 alunos presentes nenhum deles nunca havia tido uma aula de odontologia veterinária. Quando perguntados sobre a doença que mais ocorreu em uma amostra de 1000 cachorros, nenhum dos alunos apontou que poderia ser problema odontológico.

“Nosso desafio sempre foi fazer essa conscientização.” afirma Dr. Herbert Correa.

A importância e o desafio das palestras ministradas é mostrar, além da importância da odontologia, também a importância de fazer uma radiografia da boca dos animais para identificar qualquer tipo de problemas.

Em um estudo foi detectado que cerca de 30% dos animais possuíam algum tipo de problema nos dentes identificado através da radiografia, o que não seria possível através apenas do exame clínico, feito de forma apenas visual.

Outro estudo feito com gatos identificou que em 40% dos animais foram encontrados alterações nos dentes que não eram vistos apenas com exame clínico.

Hoje em dia recomenda-se que, mesmo em uma limpeza de rotina, seja radiografada toda a boca do animal, pois, caso contrário, o médico veterinário assume o risco de deixar passar lesões profundas que podem causar dores e diminuir a saúde e qualidade de vida dos pacientes.

Nós do Odontovet nos comprometemos com a disseminação da informação de forma ética e responsável, buscando sempre o melhor para os pets e seus tutores.

 

Para mais informações ou dúvidas, entre em contato através do email odontovet@odontovet.com

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O Odontovet torna-se a 1ª clínica de odontologia veterinária a aceitar Bitcoin

O Odontovet foi o primeiro centro de odontologia veterinária do Brasil e possui 23 anos de história. E é com grande prazer que anunciamos que somos também o primeiro centro de odontologia veterinária do Brasil a aceitar pagamentos com Bitcoin!

O Bitcoin é uma criptomoeda virtual criada em 2009 que não é controlada por nenhuma instituição financeira central e pode ser criada ou transferida através de protocolos online, com baixos custos de comissão e menos burocracia nas operações. 
Com bitcoins é possível contratar diversos serviços ou comprar coisas no mundo inteiro, estimando-se que no futuro esta seja uma moeda universal. Atualmente é possível compra a moeda em sites de câmbio ou ‘minerar’ moedas com a ajuda de supercomputadores.

Entenda melhor o que é Bitcoin com este vídeo e bem vindo ao futuro!

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Atenção às “soluções” para acabar com o mau hálito em cães

Por toda internet é possível encontrar diversos produtos que prometem acabar com o mau hálito, além e medidas paliativas para disfarçar o mau-hálito nos cães, porém, essas “soluções” para acabar com o bafinho dos cães podem ser uma cilada!

O mau hálito é um sintoma de infecção na boca causado pela proliferação de bactérias da placa que fermentam os resíduos de alimentos e liberam compostos, entre eles o enxofre, o principal responsável pelo cheiro ruim. Por isso o mau hálito funciona como um “alarme” de que algo na boca do seu pet não vai bem, então qualquer solução, produto ou dica “infalível” para acabar ou disfarçar o mau hálito que não seja realizar um tratamento periodontal é um erro grave que muitos tutores de animais comentem com frequência. 

Dr Herbert enfatiza que “essas soluções são comparadas a desligar um alarme de incêndio quando ele dispara ao invés de descobrir de onde vem o fogo para apagá-lo”.

Portanto ao perceber sinais de bafinho no seu pet, marque uma consulta com um dentista veterinário ou fale conosco através do email odontovet@odontovet.com.br.

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