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Odontovet 25 anos

25 anos de Odontovet

Esse ano o Odontovet comemora 25 anos de existência. Fundado pelos médicos veterinários Michèle Venturini e Herbert Corrêa em Agosto de 1994, o Odontovet é o primeiro centro odontológico veterinário especializado do Brasil e da América Latina e o segundo do mundo. 

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Viajar com o pet

Como se preparar para viajar com seu pet

Com a chegada das férias, vem a hora de se preparar para viajar e se for levar seu pet, alguns cuidados são necessários para manter o bem-estar e saúde do pet.

O Odontovet preparou uma lista com os cuidados necessários para você e seu pet aproveitarem a viagem sem problemas!

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Dia do trabalho | Pets à serviço da humanidade

Neste dia do trabalhador conheça as principais profissões exercidas pelos pets a serviço da humanidade.

Mais que nossos companheiros do dia a dia, os pets também nos acompanham na rotina de trabalho. Conheça agora algumas das profissões exercidas pelos pets:

  • Assistentes emocionais: Alguns pets auxiliam seus tutores em suas jornadas e terapias. São acompanhantes que ajudam sempre que necessário e por isso são chamados de Assistentes Emocionais, sendo responsáveis por dar apoio e independência ao seu tutor. E estes bichinhos podem ser os mais diversos: porcos, pôneis, cachorros, gatos e, quem diria, até cangurus.
  • Bombeiros: Até hoje há coisas que a tecnologia não domina com maestria. Uma destas coisas é a detecção da presença de pessoas em desastres. Os pets bombeiros atuam na equipe de resgate farejando pessoas e até outros bichinhos em perigo. Eles conseguem ter acesso à locais que nós não conseguimos e avisar o resto da equipe de humanos onde ir. Os mais comuns nesta profissão são os furões e porcos-da-índia.
  • Guias: Não podemos esquecer dos cães guia que auxiliam um deficiente visual na sua locomoção e independência. São pets que identificam os riscos potenciais no ambiente ou percurso de seu tutor e os guiam, evitando acidentes.
  • Agricultores: Você diria que uma cabra pode ser uma auxiliar de agricultura fenomenal? Pois é, no Japão cabras são criadas em fazendas pois se alimentam de determinadas plantas como o kudzu, e assim impedem a sua proliferação. É um controle natural de ervas daninhas!
  • Cāes de guarda: vários estabelecimentos comerciais e empresas têm cāes guardas.
  • Cães policiais: ajudam não só no policiamento, mas também em situações especiais como é o caso dos cães farejadores.
  • Cães de guerra: é o nome que recebe os cães do exército, que tem funções de vigilância, mas também são treinados para situações de combate.
  • Cães de pastoreio: algumas raças sāo conhecidas por sua aptidão em pastorear rebanhos de gado ou ovelhas, substituindo muitas vezes com muito maior eficiência os cavalos e seus peões. Dentre estas raças se destacam os Border Collies e os Blue Heeler ou boiadeiro australiano.
  • Pombo correio: não poderíamos deixar de citar as aves, que não na atualidade, mas já serviram no passado no envio de mensagens, como foi o caso dos pombos correios.

Fica claro que os pets além de serem extremamente inteligentes, eles otimizam por completo o nosso dia a dia. Mas se você acha que as profissões acabam por aí, você se engana. Cada dia que passa mais profissões são criadas e tratamentos sāo potencializados só pela presença e auxílio de pets. Sem dúvidas, este mundo com a ajuda dos bichinhos é um lugar muito melhor.

Você tem um pet day no seu trabalho ou tem algum bichinho te ajudando na sua rotina ou ainda conhece uma outra profissão que não citamos? Conta para a gente nos comentários. E lembre-se, precisando de uma consulta com seu pet, entre em contato conosco por meio do e-mail: contato@odontovet.com.br

 

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A importância da alimentação para a dentição dos coelhos.

Como os alimentos podem influenciar no crescimento e manutenção dos dentes de coelhos.

A dentição dos coelhos é única e peculiar de diversas formas.

Quando caem seus dentes de leite, os dentes dos coelhos passam a ser permanentes e crescer dia após dia. Por isso, você pode ter se deparado com coelhinhos com dentes bem grandes por aí.

O detalhe é que, sem um cuidado esse crescimento excessivo dos dentes, não é nada saudável para o pet. Por mês, é comum que cresçam aproximadamente 1 cm. Isso pode influenciar tanto no processo de mastigação quanto no peso ou em atividades corriqueiras do coelho.

Mas, a natureza é sábia e a dieta apropriada do coelho é perfeita para evitar o crescimento maior que o devido. A oferta de alimentos fibrosos, como o feno, capim e alguns tipos de ração, que não deve ser deixada à vontade, ajudam os dentes a se desgastar aos poucos, de forma natural e indolor.

Basicamente, com a alimentação correta, os dentes dos coelhos crescem e são desgastados na mesma proporção diariamente e seu coelhinho fica feliz e saudável.

Importante mencionar que, apesar da cenoura ser o alimento preferido do coelhinho de Hollywood, ela não deve ser oferecida ao seu pet. A melhor maneira de manter a saúde dos dentes do seu coelho é fornecendo opções de vegetação fibrosa, como: capim, feno, palha de milho verde, talo da cenoura, couve, entre outros. Claro, sem deixar de ofertar pequenas quantidades da ração recomendada pelo médico veterinário de sua confiança.19

Seu coelho tem alguma fibra favorita? Compartilhe conosco nos comentários o que seu coelho adora comer toda a hora. E caso tenha alguma dúvida ou necessite de uma consulta, entre em contato conosco.

 

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Você sabe o que acontece se os dentes de leite do seu cão não cairem?

Assim como nós humanos, os cães possuem 2 dentições, os dentes de leite, que começam aparecer na boca dos filhotinhos por volta da terceira semana de vida. São aqueles dentinhos bem fininhos e pontudos que machucam bastante quando eles vem brincar de morder. Este dentes são substituídos pelos dentes permanentes normalmente à partir dos 4 meses de idade. Aos sete meses, todos os permanentes já nasceram e estão prontos para fazer arte pela casa.

É muito importante o tutor acompanhar a troca dos dentes decíduos (de leite) principalmente em cães de raças pequenas como spitz, yorkshire, poodles, shi-tzu, maltês, pincher, chiauaua. Nestas raças é muito frequente acontecer o que chamamos de persistência dos dentes decíduos que é quando o dente permanente erupciona e o dente de leite fica ali, firme e forte, junto ao novo dente.

O processo correto é o dente de leite cair antes da erupção do dente permanente. Isso acontece porque; dentro do osso, embaixo do dente de leite, a formação do dente permanente estimula a reabsorção da raiz do dente de leite e também o empurra. Quando o dente decíduo já não tem mais raiz, ele cai e o dente definitivo aparece. Por isso que as pessoas dizem que dente de leite não tem raiz! Inicialmente ele tinha, mas a mesma foi reabsorvida durante este processo de troca dentária.

Quando este processo normal não acontece e a raiz do dente de leite não é reabsorvida, o dente permanente acaba erupcionando ao lado do dente decíduo e nosso pequeno amigo fica com aquela “boca de tubarão” cheia de dentes que, acreditem, é desconfortável para ele!

Pelas leis da física, sabemos que dois “corpos” não conseguem ocupar o mesmo espaço. Desta forma, quando o dente de leite não cai, o dente permanente não consegue ocupar o seu lugar adequado podendo ficar mal posicionado causando um problema de oclusão, que só com aparelho conseguiremos resolver depois. Além disso, muitos dentes na boca causam maior acúmulo de placa bacteriana, facilitando a evolução da doença periodontal.

O que fazer então quando percebemos que os dentes permanente estão apontando e os dentes de leite ainda estão firmes?

Há muitos anos, quando digo muitos, mais de 25 anos, indicava-se esperar até um ano de idade para extrair os dentes de leite. Hoje sabe-se que esperar este tempo pode levar principalmente à problemas de má oclusão sérios (como dentes caninos ocluindo no céu da boca). Desta forma, hoje indica-se levar o pequeno dentuço ao dentista veterinário para que o mesmo extraia todos os dentes decíduos que ainda não caíram e que mostram determinados a ficar, firme e fortes. Claro que para fazer a extração, nosso pequeno deve ser submetido à anestesia geral inalatória, que é muito segura e confortável para ele. É importante, antes de fazer a extração, fazer a radiografia intra-oral (aquela com o filme dentro da boca como nós fazemos) para avaliar como está a raiz do dente decíduo. Muitas vezes, a mesma tem o mesmo tamanho ou é até maior do que a cora (aquela parte do dente que vemos na boca) do dente. E claro, a retirada do dente de leite deve ser feita por completo, coroa e raiz, para que problemas futuros não aconteçam. Quanto antes for feita a extração dos dentes decíduos melhor para o paciente mesmo que ele tenha apenas 5 meses de idade. O procedimento em si é mais rápido e sua recuperação também. Tem pequenos que, mesmo após terem extraídos vários dentinhos de leite, no mesmo dia querem pegar seus brinquedos! A prevenção é sempre a melhor opção!

[Michele Venturini para Blog Autenticão]
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Alergias de Primavera nos Pets

E chegamos na Primavera! Essa estação do ano em que o clima fica mais quente, os dias ficam mais longos e as plantas renascem é inspiradora. Mas, é também a época onde surgem mais alergias, nos humanos e também nos pets!

Os pets podem sofrer com as variações climáticas que ainda ocorrem nesse período, mas a alergia mais comum é a reação ao pólen, que passa a ficar mais intenso no ar neste período do ano.

Os sintomas mais comuns apresentados pelos cães com reação alérgica são espirros e muita coceira, onde os pets passam a se lamber de forma excessiva, se esfregarem em paredes e no chão para aliviar a irritação. A coceira pode afetar partes sensíveis como focinho, orelhas e ao redor dos olhos. Uma das formas de diminuir os sintomas e controlar a alergia é aumentar a frequência dos banhos, além de limpar o pet constantemente com produtos adequados.  

Se seu pet apresentar mudanças no comportamento e sintomas mais graves, não hesite em levá-lo imediatamente ao médico veterinário, para que um diagnóstico exato possa ser feito e as causas da alergia possam ser investigadas à fundo.

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O uso de pets na Zooterapia

Você provavelmente já ouviu falar de alguém que melhorou da depressão, aliviou sintomas de ansiedade ou crianças que melhoraram problemas comportamentais depois de se relacionarem com pets, né? Pois a utilização de animais para tratamento tem nome: Zooterapia.

A Zooterapia é uma metodologia milenar (estima-se que seu uso teve início por volta do século XVIII), psico-educativa, que utiliza pets como uma técnica de terapia assistida, servindo como estímulo para pessoas com variados tipos de doenças. Ela consiste em técnicas de reabilitação ou reeducação de alterações tanto físicas quanto psíquicas, sociais ou de comportamento. As mais comuns são: ansiedade, depressão, estresse, problemas de hipertensão, deficiências físicas.

Dentro da zooterapia é possível usar diversos pets como agentes de estímulo positivo.

Os pets mais comuns para a prática da zooterapia são os cachorros, mas há avanços com uso de coelhos, aves, gatos e diversos outros pets. O cavalo também é muito usado na zooterapia, principalmente com crianças que têm problemas como paralisia e síndrome de Down.

Aqui no Brasil, a prática da zooterapia já é utilizada em hospitais, inclusive pelo SUS, e em projetos independentes, especialmente com crianças e idosos. Apesar disso, a escassez de cursos de especialização no país, e por consequência a pouca quantidade de profissionais nessa área fazem com que seja um recurso ainda pouco explorado.

O mais importante, acima de tudo, é que os pets sejam constantemente acompanhados e estejam com a saúde em dia, inclusive a saúde bucal, que pode servir como um foco de infecção para os pacientes humanos.

 

*Atualizado em 28/5/2019

 

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Entenda como é feito o cálculo da idade “humana” do seu pet

Até alguns anos atrás achava-se que, para descobrir a idade humana de um cachorro ou gato, bastava multiplicar o valor por 7. Mas isso é apenas um mito, e ultrapassado, pois a conta não é tão simples assim!

Durante o primeiro ano de vida de um cão seu desenvolvimento e amadurecimento é muito mais rápido do que o de uma criança humana, portanto, o correto é considerar que, com 1 ano, o cão tem o equivalente a mais ou menos 15 anos humanos!

Descobriu-se que outros fatores, como a raça do cão e seu porte físico, também influenciam diretamente na contagem da idade do pet. Cães menores vivem mais do que cães de grande porte, sabia? Ainda assim, cada raça dentro de cada porte amadurece e passa pelas fases da vida em tempos diferentes.

Um estudo realizado pela BBC do Reino Unido determinou uma forma que leva em conta diversas variáveis para se calcular corretamente a idade do seu cãozinho. Essas são as variáveis levadas em conta no cálculo:

  • Cada raça avança os anos e as fases da vida em velocidades diferentes.
  • Cada raça demora tempos diferentes em cada etapa da vida (filhote, juventude, vida adulta e velhice)
  • Os cachorros de raças pequenas tem juventudes curtas e longas vidas adultas (ou seja, amadurecem mais rápido mas vivem mais)
  • Já cachorros de raças grandes são o oposto, demorando mais tempo para atingir a maturidade (cerca de dois anos) e passam apenas mais alguns anos na vida adulta/velhice (cerca de 5 a 8 anos)
  • Cães sem raça definida, os famosos vira-latas, costumam viver cerca de 1,5 anos a mais que cães de raça.
  • Já para os gatinhos, a contagem da idade é feita de outra forma, pois os felinos tem um salto de desenvolvimento muito grande durante o primeiro ano de vida, que equivale a 15 anos humanos! Já no segundo ano, durante a juventude, ele já teria o equivalente a 24 anos.

Após os dois anos de idade, já na vida adulta, os felinos passam a ter um desenvolvimento mais lento, e considera-se que cada ano adicional equivale a cerca de 4 anos humanos. Portanto se seu gatinho tem 4 anos, o cálculo da idade humana dele seria de 32 anos!

Agora queremos saber: E se você fosse um pet, quantos anos caninos ou felinos você teria? Ficou curioso né? Por isso desenvolvemos uma calculadora que descobre quantos anos caninos ou felinos você teria hoje!

Para descobrir sua idade de pet, clique aqui e faça o teste!

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Mitos e verdades sobre o uso de petiscos para melhora da saúde bucal

Muitas são as promessas feitas nas embalagens de petiscos, rações e outros produtos para pets sobre limpeza bucal e até controle de tártaro, mau hálito e muito mais, porém nem sempre todas essas promessa são verdadeiras, e por isso o Dr. Herbert Corrêa responde algumas perguntas que esclarecem um pouco mais sobre a real eficácia desses produtos:

Com tantos produtos cujo apelo é acabar com o mau hálito ou remover o tártaro ou manter a saúde bucal, quais critérios um tutor deve levar em consideração na escolha destes produtos?
Em primeiro lugar não se deve decidir pela compra de nenhum produto no balcão de uma loja ou no corredor de um petshop, ou até mesmo na internet. Existem muitos produtos que não cumprem aquilo que prometem! Então fique atento. A melhor maneira de escolher um produto é perguntando para um profissional veterinário especialista em saúde oral. Ele está familiarizado com os produtos que são sérios e a finalidade de cada produto. Este profissional irá primeiro avaliar o estado de saúde oral de pet e verificar se ele já precisa primeiro de um tratamento profissional para depois começar um programa de prevenção em casa através do uso de produtos. E por fim, este mesmo profissional deverá fazer o acompanhamento e verificar se o uso destes produtos está sendo eficiente na manutenção da saúde oral. Somente assim seu pet estará seguro.

Ossinhos e petiscos que prometem limpar o tártaro são confiáveis?
Não, pois essa não é a função destes produtos. A função destes produtos é diminuir o acúmulo de placa bacteriana, retardando o aparecimento da doença periodontal. Eles são indicados como coadjuvantes na manutenção da saúde oral, ou seja, para ser usado após uma limpeza completa realizada por um profissional.

Existe de fato algum alimento que evite o tártaro nos dentes dos animais?
Na realidade não. A escovação diária dos dentes ainda é a melhor forma de prevenir da formação do tártaro. Alimentos, snacks, petiscos e aditivos para serem colocados na água de beber tem uma ação limitada, ou seja, eles podem no máximo retardar o aparecimento do tártaro, mas nunca prevenir da mesma forma que a escovação, por isso não são substitutos

Brinquedos que dizem auxiliar na limpeza dos dentes são confiáveis?
Não exatamente, pois não existe um produto que entre no espaço entre a gengiva e o dente e remova as sujeiras ou o tártaro que já se acumulou abaixo da gengiva. Alguns produtos por seu formato e textura podem remover alguma quantidade de tártaro, mas jamais farão o papel do profissional veterinário especialista na limpeza dental.

 E os ossos naturais, eles limpam os dentes do cachorro?
Por sua dureza, ajudam na remoção de alguma quantidade de placa bacteriana e até de alguma quantidade de tártaro, mas não abaixo da linha da gengiva onde ocorre a doença periodontal. Além disso, exatamente por serem muito duros, podem quebrar os dentes, trazendo complicações como dor de dente, necessidade de tratamento de canal ou até extração do dente fraturado.

Existe algum órgão que regulamente a eficácia destes produtos que se dizem substitutos para limpeza bucal de cães e gatos?
Até o momento, não. O fabricante é o único que pode garantir a idoneidade de seus produtos. Algumas empresas são sérias e comprometidas com a saúde dos pets, enquanto outras são mais comprometidas com seus objetivos financeiros. E o cliente fica perdido em meio a tantas opções no mercado.
Esta preocupação ocorreu há cerca de duas décadas nos Estados Unidos. Então, especialistas, cientistas e pesquisadores juntamente com o colégio americano de odontologia veterinário se reuniram e fundaram o conselho veterinário de saúde oral (Veterinary oral health council – www.vohc.org), uma entidade idônea com prestígio mundial que estabelece critérios para a pesquisa da avaliação da eficácia dos produtos com o apelo de reduzir placas e cálculos bucais. Por sua vez, as empresas podem espontaneamente submeter as pesquisas de seus produtos para o VOHC, que avalia se estas pesquisas obedecem os critérios pré-estabelecidos e se os resultados são satisfatórios. Uma vez aprovados o VOHC confere um selo de aprovação para determinado produto.
É possivel conferir no site http://vohc.org/all_accepted_products.html todos os produtos com o selo de aprovação, pois alguns destes produtos já estão disponíveis no mercado brasileiro.

Após uma limpeza de tártaro ou tratamento periodontal, como posso prolongar os resultados, mantendo a saúde em dia?
Este é o momento ideal para usar produtos com a função de retardar o acúmulo da placa bacteriana. As rações, snacks, ossinhos e petiscos cujo formato e textura ajudam na remoção da placa poder ser usados como AUXILIADORES, nunca como substitutos.
Estes produtos podem receber a adição de substâncias que diminuem ou potencializem sua ação. Existem aditivos para serem colocados na água de beber com a função de reduzir o acúmulo de placa e há também alguns tipos de gel bucais com a mesma função de reduzir a placa, mas nada, absolutamente nada é capaz de substituir a escovação diária dos dentes.
Apenas cerca de 15% da população de cães e gatos mesmo não escovando os dentes ou tendo qualquer outra forma de cuidado odontológico não irão desenvolver a doença periodontal, pois são resistentes naturalmente.

Qual a forma mais eficaz de prolongar um tratamento periodontal?
A melhor forma ainda é a tradicional escovação diária dos dentes. Como ela não é uma realidade para a maior parte dos pets, então vale a pena lançar mão destes produtos citados como coadjuvantes na manutenção da saúde oral, e ninguém melhor que um dentista veterinário para acompanhar se o programa de prevenção está funcionando e quando será o momento onde será necessária uma limpeza dentária profissional. Nós do Odontovet recomendamos ao menos uma avaliação anual.
Porém, se notar a presença de mau hálito deve-se imediatamente procurar um profissional especializado.

 

 

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