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Cuidados no Outono para pets

Saiba quais são os principais cuidados que você precisa ter com seu pet no outono

O clima está mudando. Fim de março está aí e com ele chega a temperatura mais amena, as folhas secas e aquela vontade de ficar mais no sofá do que na rua.

Mas, sabia que essa estação exige atenção especial para o seu pet? De aumento de peso a alergias, esse período pode trazer complicações que o acompanharão por todo o ano, ou mais.

Saiba quais são os principais riscos que o outono traz:

Pulgas: Com a queda da temperatura, é normal nos abrigarmos dentro dos nossos lares. Casas quentinhas e fechadas criam o ambiente perfeito para a proliferação de parasitas como pulgas e carrapatos. Se preocupe em estar em dia com a prevenção/tratamento.

Frio: Pets de pequeno porte, como os porquinhos da índia, necessitam de mais atenção. Como seus corpos não retêm tanto calor, eles precisam de uma proteção maior que outras espécies. Coelhos, por exemplo, se adaptam bem ao frio, mas podem sofrer se houver umidade ou permanecerem onde há corrente de ar.

Durante a noite, procure deixá-los dentro de casa, em um ambiente que haja ventilação.

E, caso a temperatura caia muito, existem bolsas de gel que podem ser aquecidas e colocadas próximas às camas de seus bichinhos.

Cuidado: Não colocar diretamente em contato com o pet. O calor intenso pode machucá-los.

– De olho na balança: Assim como nós, pets como cães e gatos também diminuem a frequência de atividades físicas, quando a temperatura baixa. As caminhadas reduzem, as explorações diminuem e a vontade de ficar confortavelmente dentro de casa aumenta. Com a redução de exercícios, há uma tendência ao aumento de peso.

Alimentação: O seu pet vai querer comer mais, afinal, precisará de energia extra para manter o calor do corpo. Adaptar a alimentação para sua necessidade e não exagerar nos petiscos nesse momento é muito importante. Caso perceba falta de apetite, pode ser que seu pet esteja com dor de dente.

– Saúde Bucal: E já que está de olho na alimentação do seu bichinho, é importante lembrar do cuidado diário nos dentes. Mantenha a limpeza dental diária no seu pet, preste atenção no hálito. O famoso “bafinho” pode ser sinal de doenças bucais.

– Cuidado com idosos: um pet idoso sempre requer atenção especial. No outono, não muda. A espessura e força da pele não são mais as mesmas, precisando de auxílio para se manter aquecido. Abrigue os mais velhos sempre com capas/roupinhas, para aquela proteção extra. O cuidado bucal em pacientes idosos também é recomendado.

– Filhotes: No outono, também é necessária atenção extra caso você tenha filhotes, como cachorrinhos ou gatinhos, pois a variação de temperatura deixa os pets mais vulneráveis a vírus e outras doenças comuns do frio. Filhotes são mais sensíveis por estarem em processo de amadurecimento do sistema imunológico, então fique de olho para identificar possíveis sinais de doença.

– Dores: Pets com lesões ou doenças nas articulações ou coluna podem sofrer mais com a queda da temperatura. A dor pode se tornar mais aguda, principalmente em dias chuvosos (primeiros meses da estação). Consulte o veterinário de sua confiança para buscar a melhor alternativa, para amenizar os sintomas.

– Febre, tosse e imunidade baixa: Atenção à temperatura corporal e ao comportamento de seu pet. Nesse período, gripe e tosse são comuns também nos bichinhos.A época é mais úmida, o que causa o surgimento de fungos que também podem causar alergias e doenças mais perigosas. Ao perceber espirros e tosses, consulte o veterinário de sua confiança.

O outono traz doenças e complicações específicas da época. Por isso, além de se preocupar com as dicas que demos, tenha atenção ao nariz escorrendo, que pode indicar rinite ou alergias. Ainda assim, procure aproveitar a estação com atenção, mas também bastante carinho, atenção e sem preocupações excessivas.

Se você conhece alguém que tem pet e que deve saber sobre isso, compartilhe!

E, lembre-se: prevenção é sempre o melhor remédio. Por isso, na hora de cuidar da saúde bucal do seu pet, conte com o Odontovet.

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Cuidados com a Hipertermia nos Pets

Nesta época do ano as temperaturas começam a subir e é preciso ter cuidado redobrado com a hipertermia. As altas temperaturas fazem com que os pets fiquem superaquecidos, pois seus sistemas de resfriamento não são tão eficientes: os cães costumam ofegar para trocar o ar frio pelo úmido, regulando os níveis de temperatura e também enchem o peito para fazer o ar frio circular pela pele, diminuindo o calor; Já os gatos se lambem para que a saliva evapore e ajude a dissipar o calor.

Porém os pet possuem uma temperatura corpórea de 37º e, quando a temperatura do ambiente está igual ou acima disso, é quando começam os primeiros sintomas da hipertermia, que necessitam ser controlados rapidamente, antes que o quadro se agrave e necessite de atendimento médico.

Para ajudar seu pet a controlar o calor corporal e evitar a hipertermia, é possível fazer algumas das coisas abaixo:

  • BANHO FRIO: ajude-o a se resfriar usando água fria da mangueira, banheira, chuveiro ou colocando o pet na pia ou tanque com água.
  • TOALHA GELADA: aplique toalhas molhadas com água gelada na parte de trás do pescoço ou na cabeça. Uma bolsa de gelo pode ser coloca em cima da toalha. Outros pontos para resfriamento rápido são as virilhas e axilas.
  • MUITA ÁGUA:  Ofereça o quanto de água for necessário, além de soro caseiro caso você sinta que seu pet está desidratado.
  • LOCAL FRESCO: Leve seu pet sempre para um local fresco, com ventilador potente ou ar-condicionado, até que a temperatura ambiente seja menor que a temperatura corporal, e então o pet irá começar a se refrescar ofegando.  

Com atenção redobrada e muito cuidado, os pets podem passar por esses meses de calor intenso com conforto e segurança!

E em caso de desconfortos e situações mais graves consulte sempre um veterinário de confiança!

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[Blog Autenticão] Odontologia Veterinária: curiosidade ou realidade?

Texto colaboração da Dra. Michele Venturini,  publicado originalmente no site Autenticão.
Em 1976, nos EUA, foi fundada a AVDS – American Veterinary Dental Society com o intuito de reunir profissionais com enfoque em odontologia veterinária e em 1988, também nos EUA, foi fundado o AVDC American Veterinary Dental College que confere título de especialista através de exames.
No Brasil, em 1994 fundamos o Odontovet, que foi o primeiro centro odontológico veterinário do Brasil e segundo no mundo e depois, em 2002 foi fundada a ABOV – Associação Brasileira de Odontologia Veterinária. A odontologia veterinária era realmente uma curiosidade!
Colegas e tutores quase riam de nós quando mencionávamos que:
  • Para um dente com fratura, seria necessário tratar o canal e também fazer uma restauração;
  • Problemas de dentes mal posicionados que podem causar desconforto e dor no paciente – poderiam ser resolvidas com aparelhos nos cães (ortodontia);
  • Que não é normal um cão ou gato ter hálito ruim e perder seus dentes e que isso é devido à doença periodontal. Esta é causada pela placa bacteriana que se acumula sobre os dentes e se calcifica formando o tártaro. No começo da doença, temos apenas gengivite (inflamação da gengiva) e com sua evolução, o osso é comprometido (periodontite) até o dente cair. Essa doença causa dor (apesar dos animais não demonstrarem) e pode diminuir a expectativa e qualidade de vida do seu peludo. Sabe-se que 85% dos cães e gatos com 3 a 5 anos de idade tem algum grau de doença periodontal.
Atualmente, nas faculdades, pouco, ou quase nada, se aprende sobre odontologia veterinária. Os profissionais que querem se aprofundar podem fazer um curso de especialização (normalmente com duração de aproximadamente um ano e meio). A procura pelos cursos de especialização tem sido maior mostrando o aumento do interesse na área pelos médicos veterinários. No Brasil ainda não existe o título de especialista em odontologia. Somos profissionais especializados.
 
Sendo assim, com crescente número de pessoas atuando na área, o ideal é que, sempre que o cão ou gato apresentar algum problema na boca, o proprietário procure um dentista veterinário. Para nós humanos é assim, não é? Quando estamos com um problema na boca ou quando uma criança precisa de cuidados orais, vamos ao dentista e não ao médico, não é mesmo?
 
Hoje, após 24 anos nos dedicando a aumentar a saúde oral de nossos pets através de tratamentos de ponta e de palestras e sendo exemplo para muitos profissionais, toda a equipe do Odontovet tem a certeza que a odontologia veterinária já é uma realidade.
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Lembre-se: Você pode tirar dúvidas, marcar uma consulta odontológica para seu pet ou falar conosco pelo Whatsapp clicando aqui. É possível falar conosco também pelo email odontovet@odontovet.com.

Estamos à disposição e será um prazer atender seu pet!

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Mau hálito em cães não é normal, e nem legal!

Em entrevista dada à revista Cães Amigos na edição 57, a Dra. Michelle Venturini fala um pouco mais sobre o bafinho dos cães e como prevenir o mau hálito, sintoma que incomoda tutores e que, principalmente, indica problemas na boca.

“Assim como nós, os cães têm vários tipos de bactérias na boca. Elas acumulam-se sobre os dentes formando o que conhecemos como placa bacteriana. Em nossa cavidade oral, podemos identificar a placa quando passamos a língua sobre os dentes e sentimos uma camada espessa, rugosa, e, quando escovamos nossos dentes e usamos fio dental, é esta camada que removemos, promovendo saúde aos dentes e gengiva.

Mas quantos de nós escovam diariamente os dentes de seus amigos peludos?

Não fazer a higiene diária permite que a placa bacteriana se organize, amadureça e cause inflamação da gengiva, mais conhecida como gengivite – que é um processo reversível, mas no qual o cão já apresenta um “bafinho”. Esta é a hora de intervir!

Se não houver tratamento imediato, a placa, com o tempo, pode se calcificar e formar o tártaro, problema normalmente presente sobre os dentes dos cães. E sobre este tártaro mais placa bacteriana se acumulará e a inflamação, que inicialmente era apenas na gengiva, passará a comprometer as estruturas mais internas que sustentam o dente e que poderão ser destruídas. Nessa fase já identificamos o problema como doença periodontal, ou periodontite, que é grave e irreversível, e onde o mau hálito fica cada muito mais forte e passa a incomodar.

Se nada for feito até este momento, a doença pode evoluir tanto que os dentes ficam abalados e caem sozinhos. Quando isso acontece ja é um alívio para o cão, pois finalmente ele fica livre de dor, sem desconforto e sem um foco de infecção. Isso mesmo, infecção! A doença periodontal, desde sua fase inicial (gengivite) até suas fases mais avançadas (periodontite) é uma infecção. E o pior, ela não compromete apenas a boca, mas todo o organismo, pois as bactérias e seus produtos entram na circulação sanguínea e podem comprometer órgãos como coração, fígado e rins.

Como prevenir

Para prevenirmos essa doença tão prejudicial aos nossos amigos, o ideal é realizar diariamente a escovação dos dos dentes, de preferência desde que sejam filhotes, para que eles se acostumem.

Claro que a escovação dental diária não é a única forma de cuidarmos da saúde oral, pois, assim como nós, eles também precisam passar pelo dentista veterinário e fazer uma profilaxia, também chamada de limpeza de tártaro, uma vez ao ano ou sempre que estiverem com mau hálito, independente se tiverem um ano de vida ou 16 anos.

Começou a ter o cheiro ruim na boca, mesmo que ele não tenha muito tártaro sobre os dentes, está na hora de um tratamento. Isso é prevenção. A cultura de deixar juntar mais tártaro para fazer o tratamento é errada e prejudicial ao seu pet. 

Se seu cão nunca escovou os dentes e já estiver com os dentes comprometidos pela doença periodontal, é necessário fazer primeiro o tratamento periodontal para depois começar a escovar seus dentes. Iniciar a escovação com a doença instalada, só vai causar dor e não vai adiantar. É muito importante lembrar que para que o tratamento seja realizado de forma adequada, os cães precisam estar anestesiados. Hoje em dia, a anestesia inalatória com monitorização e a realização de exames pré-anestésicos nos permitem anestesiar qualquer paciente, com 3 ou 17 anos, com muita segurança.

Lembre-se sempre: a saúde começa pela boca!”

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Como identificar sinais de que seu pet está com dor?

Uma dúvida que sempre atinge os tutores é como identificar se o pet está sentindo dor, já que eles não falam. A verdade é que os pets, apesar de não falarem, dão muitos sinais que estão sentindo dores, mas de formas mais sutis do que os humanos.

Em primeiro lugar é preciso estar sempre atento ao comportamento do seu pet e, a qualquer sinal de alteração nele, observar e então levar até um profissional para avaliação.

Os pets costumam ser mais resistentes e tolerantes às dores que nós humanos, portanto dores leves são relevadas, o que pode ser um problema, já que pode levar a descoberta de doenças e problemas em estado avançado. Mas calma, veja alguns sintomas que podem ajudar a identificar dores na boca e auxiliar no tratamento o quanto antes, devolvendo a saúde e a qualidade de vida pro seu pet:

  • Mau Hálito: O bafinho é o primeiro sinal de que algo não vai bem na boca (pois boca saudávell não tem hálito ruim), inclusive podendo gerar dores.
  • Alterações no temperamento: Os pets podem apresentar agressividade e isolamento, principalmente se as dores são maiores.
  • Falta de Apetite:  O pet pode parar de comer para evitar sentir dor, o que pode gerar queda de energia e desmaios.
  • Passar a comer apenas ração molhada ou molinha
  • Apresentar gengivas vermelhas e sangramento ocasional: Se verificar pontos de sangue próximo a bebedouros e os potes de ração
  • Não deixar tocarem na cabeça ou próximo à boca: os pets podem passar a ficar receosos quanto o toque, pois sentem dor, e isso é um sinal para se ter atenção!  
  • Resmungos e gemidos: eles podem mudar a forma como miam ou latem principalmente quando fazem atividades que mexem nos locais de dor.

E para evitar problemas com dores na boca ou que seu pet volte a sofrer com problemas bucais, recomendamos tomar estes cuidados:

  1. Leve regularmente seu pet para fazer exames orais, limpeza de tártaro e radiografias de todos os dentes, mesmo que ele seja novinho. Apenas assim é possível identificar precocemente problemas mais sérios e seja possível fazer o tratamento adequado;
  2. Faça a escovação diária dos dentes do seu pet, prevenindo e retardando o surgimento e progresso da doença periodontal. Aprenda aqui como começar a escovar os dentes do seu amigão.
  3. Ofereça sempre rações de qualidade, pois a alimentação pode influenciar diretamente na saúde bucal do seu pet. Há diversos alimentos que ajudam a evitar o endurecimento da placa bacteriana, enquanto outros, mais secos, ajudam a criar atrito no dente durante a mastigação e retardam o acúmulo de placa (mas lembre-se: NADA substitui a escovação dental diária!).

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A importância dos exames pré-operatórios

Assim como são solicitados uma bateria de exames antes dos humanos realizarem qualquer procedimento cirúrgico, aos pets que são tratados no Odontovet também é solicitado alguns exames pré-operatórios.

Esses exames pré-operatórios são essenciais para que o dentista veterinário avalie se o paciente está apto para ter sua boquinha tratada adequadamente.

Nós solicitamos a todos os nossos pacientes, a princípio, os exames:

– Hemograma Completo
– Eletrocardiograma
– Função Renal e Hepática

Porém, durante o exame clínico, enquanto é avaliado com clareza como está a saúde do paciente e o que ele tem, é possível que seja solicitado outros exames complementares.

Todos os exames solicitados são feitos na clínica, e assim que o resultado chega do laboratório já é agendado o tratamento. 

Caso seu pet ja tenha feito os exames em até 3 meses, é possível usá-los durante a consulta, porém o veterinário irá avaliar se estão corretos, podendo solicitar novos exames. Por isso é importante avisar, no momento da marcação da consulta, há quanto tempo foram feitos os exames.

Lembre-se que os exames pré-operatórios solicitados são de extrema importância para que o dentista veterinário e toda equipe envolvida tenham a maior quantidade possível de informações sobre o pet, para assim poder tratar dele com tranquilidade, minimizando todos os riscos à saúde do pet e potencializando sua recuperação, além de ser uma forma de passar a segurança e a tranquilidade necessária ao tutor quanto à saude do pet.


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Dermatite de Dobra Labial – Você sabe o que é?

A dermatite de dobra labial é uma condição que afeta cães que possuem excesso de pele na região do lábio inferior onde se formam pregas. É mais comumente visto em raças como Cocker Spaniel, São Bernado e Shar Pei.

Como surge a dermatite de dobra labial?

Este excesso de pele característico forma dobras, como se fossem pregas (semelhantes as dobras por excesso de peso), que facilitam o acúmulo de restos de alimentos, além de saliva e bactérias, que levam à infecção e inflamação da pele na região das dobras, causando o que chamamos de dermatide de dobra labial.

Como identificar se meu cão tem dermatite de dobra labial?

Uma das características mais fáceis de identificar é através do mau cheiro proveniente da fermentação dos restos de comida que se acumulam nas dobras da pele. Ao observar a pele próxima ao lábio inferior nota-se que ela é de cor avermelhada, podendo sangrar ao toque.
Outra caracaterística é que a saliva pode ficar mais grossa e fétida.
A atenção: geralmente a inflamação da pele ocorre dos dois lados.

Como tratar a dermatite de dobra labial?

O tratamento mais indicado é realizar uma cirurgia plástica. A cirurgia consiste na retirada do excesso de pele, eliminando a formação da dobra e melhorando a qualidade de vida do pet. Ela costuma ser bem simples, e o paciente tem alta no mesmo dia, além de ter uma cicatrização rápida.

Antes da Cirurgia

Após a Cirurgia

Existe também o tratamento mais “conservador”, que consiste em fazer a limpeza das dobras da pele diariamente. No entanto, a longo prazo, poucos são os tutores que conseguem fazer uma boa higiene todos os dias, de modo que o problema persiste e o paciente volta a sofrer.

Para tirar dúvidas ou marcar uma consulta para seu pet envie uma mensagem para nós diretamente no Whatsapp clicando aqui (ou através do número: 11 99603-9047). É possível agendar também através do email odontovet@odontovet.com. 

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Perguntas mais frequentes feitas pelos tutores

Listamos neste post algumas das principais perguntas que recebemos em nossos canais de comunicação para ajudar a esclarecer dúvidas que cercam todos os tutores!

  • É preciso anestesiar meu pet para uma limpeza dentária profissional?

Sim, é impossível realizar um tratamento profissional especializado sem que o paciente esteja dormindo, por isso ele precisa ser anestesiado. A anestesia na verdade serve para proteger seu pet, em primeiro lugar do estresse que um procedimento assim causa.

Muitos de nós tem muito medo de dentista e principalmente do “motorzinho do dentista”, mesmo entendendo o que será feito. Agora, imagine o estresse do pet ao ser contido para um tratamento odontológico sem entender nada do que está acontecendo? Para fazer uma limpeza dentária profissional usamos o ultrasom odontológico, que faz barulho, vibra e solta água. A limpeza precisa ser feita principalmente abaixo da gengiva, inclusive dos dentes lá do fundo da boca, que são geralmente os mais comprometidos. E para isto, ele precisa ficar de boca aberta constantemente, e por mais bonzinho que o pet seja, acredite, isto é um estresse muito grande para ele. Em segundo lugar para protegê-lo de se machucar com os instrumentos odontológicos, caso venha a se mexer.

  • Mas ele não poderia ser apenas sedado ao invés de ser anestesiado?

Não. Os sedativos não funcionam da mesma forma que em nós humanos. Um exemplo clássico é o famoso sedativo Dormonid que é utilizado para realização de vários exames em humanos. Porém, uma dose de Dorminid não faz nem cócegas num cão ou gato. Muito pelo contrário, seu uso isolado pode até causar agitação ao invés de sedação.

Então, para que o paciente pet fique completamente sedado, sem se mexer, seria necessário a associação de outros medicamentos em doses muito altas, cujos efeitos colaterais colocariam em risco a vida do paciente. Por isso que dentistas veterinários especializados do mundo todo recomendam a anestesia geral para a realização de tratamentos odontológicos. Inclusive, o Colégio Americano de Odontologia Veterinária (maior autoridade internacional nesta área) alerta a população sobre os risco dos tratamentos odontológicos sem anestesia. (veja detalhes em: http://avdc.org/AFD).

  • Mas a anestesia é segura?

Sim, atualmente os procedimentos anestésicos são feitos com muita segurança. Da mesma forma que você está consultando um dentista veterinário especializado para cuidar da saúde bucal de seu pet, nós contamos com anestesistas especializados para a aplicação das anestesias em nossos pacientes. Este profissionais permanegem o tempo todo ao lado do pet monitorizando os parâmetros vitais como frequência cardíaca, traçado eletrocardiográfico, pressão arterial, frequência respiratória, concentração de oxigênio no sangue, CO2 na respiração, temperatura, dentre outros. Portanto, a anestesia inalatória monitorizada por um anestesista especializado é a mais e segura para a realização de procedimentos odontológicos.

  • Meu pet é idoso, tem algum problema?

Muitos tutores de pets velhinhos ficam receosos por causa da anestesia e isto é perfeitamente compreensível, afinal estamos falando da saúde de alguém muito precioso para nós.
E o ponto é exatamente este: SAÚDE. Os tratamentos odontológicos são indicados com o único objetivo de devolver a saúde bucal para o paciente. Por isso é importante a avaliação de um dentista veterinário especializado, para se ter a certeza da correta indicação do tratamento. Os pacientes idosos são os que mais sofrem com os problemas odontológicos, que além de desconforto e dor, acabam por prejudicar a saúde geral deles, comprometendo o coração, fígado e rins, além de outros problemas como diabetes e doenças degenerativas.
Portanto, o tratamento odontológico quando indicado não é uma opção, e sim uma necessidade. Em nossa rotina, a maior parte de nossos pacientes tem mais de 10 anos de idade. E já anestesiamos cães de 18 anos e gatos de até 22 anos com sucesso! Portanto “idade não é documento” quando falamos de anestesia.
É mais importante o estado de saúde do pet do que a idade, e para sabermos como está a saúde geral do paciente antes de aplicarmos uma anestesia, é importante que sejam realizados alguns exames pré-anestésicos como eletrocardiograma, ecocardiograma e exames de sangue. Estes exames permitirão que o anestesista conheça melhor o paciente e faça um planejamento da anestesia para que ela seja personalizada para aquele paciente, pois a anestesia não é uma receita de bolo e cada paciente tem suas particularidades e necessidades.

  • Mas e seu meu pet tem um problema de coração, é diabético ou tem algum outro problema de saúde. Ele pode ser anestesiado?

Novamente, tudo irá depender de qual é o problema e se este problema está estabilizado. Nestes casos mais delicados, é importante que o clínico responsável pelo paciente faça um relatório descrevendo o problema do paciente, exames atualizados e medicamentos utilizados. Além disso, nossa equipe de anestesistas entrará em contato com o clínico para obter informações adicionais que julgar necessárias.

“Em 24 anos de experiência, dá para contar nos dentes da mão os pacientes que realmente não puderam ser anestesiados por um problema muito grave”, afirma Dr. Herbert Corrêa.

Algumas pessoas argumentam que seu pet está velhinho e que eles acham que ele não vai viver muito mais tempo.

 “O problema é que os pets não vem com prazo de validade, ou seja, eles podem viver mais meses, mais anos e se não tratados irão viver estes meses ou anos com dor, quando se fossem tratados, poderiam viver mais tempo e com melhor qualidade de vida”, complementa a Dra. Michèle Venturini.

Dr Herbert ainda adverte: “os pacientes com problema no coração, problema nos rins, diabetes, são os que mais precisam de tratamento odontológico. Uma boca com infecção e inflamação leva a infecção e inflamação de outros órgãos distantes, piorando a saúde geral, diminuindo a qualidade e a expectativa de vida do paciente. E para finalizar, a Dra. Michèle lembra que não existe coisa mais gratificante do que um tutor ligar para a gente contanto que seu pet velhinho rejuvenesceu após o tratamento odontológico. “Geralmente eles nos dizem: Dra. Michèle, o que vocês fizeram com o Totó? Ele depois do tratamento voltou a subir no sofá, está mais ativo e alegre. Eu deveria ter feito este tratamento há muito tempo, mas eu tinha medo da anestesia”

  • Quanto tempo meu pet deverá ficar na clínica? Ele precisa ficar internado?

Aqui no Odontovet nós agendamos os tratamentos sempre pela manhã. Os procedimentos levam em média entre 1 a 2 horas, alguns um pouco mais. Após o término do procedimento, eles ficam sob observação, sendo liberados cerca de 30 a 60 minutos após o procedimento.

Os pacientes vão para casa no mesmo dia e a maioria deles já come normalmente no mesmo dia. Só recomendamos o paciente ficar internado em casos especiais, em que realmente ele precise de cuidados intensivos ou algum outro tipo de monitorização. Neste caso, indicamos um serviço de internação.

  • Quais cuidados pós-tratamento preciso ter?

Os cuidados pós tratamento normalmente são poucos, mas muito importantes. Em primeiro lugar é dar muito carinho! Ao voltar para casa, mantenha seu amigão aconchegado e feliz com sua família. Depois, dependendo do tratamento realizado, o pet precisará comer uma comida mais pastosa, amolecida, tomar alguma medicação como antibiótico, analgésico ou antiinflamatório, mas isso será orientado na hora da alta.
Geralmente os pets saem andando normalmente do Odontovet, porém mesmo assim pedimos que, nas primeiras horas após o tratamento, se tome cuidado com escadas, não deixando o pet sobre a cama ou sofá para não correr o risco de quedas e, em geral, em um ou dois dias eles já estão vivendo como se nada tivesse acontecido.
Após 7 a 10 dias a boquinha deles já está bem cicatrizada e saudável e então uma rotina caseira de cuidados orais deve ser iniciada para a manutenção da saúde oral. Dentre estes cuidados o principal é a escovação diária dos dentes para remover a placa bacteriana. Outros produtos podem ser usados como coadjuvantes para retardar o acúmulo de placa, como snacks e tiras mastigáveis, produtos de colocar na água de beber, dentre outros.

E, o mais importante é realizar reavaliações periódicas conforme orientação do dentista veterinário.

Para tirar dúvidas ou marcar uma consulta para seu pet envie uma mensagem para nós no Whatsapp clicando aqui (ou no número: 11 99603-9047). É possível agendar também através do email odontovet@odontovet.com. Estamos a disposição!

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Há problema em receber um “lambeijo” do meu cachorro?

Está cheio de cão beijoqueiro por ai. Esta é uma forma interessante que os pets usam para demonstrar seu afeto pelos humanos. Tem gente que adora este tipo de carinho, mas há quem não goste nem mesmo de lambidas carinhosas próximas ao rosto.

De um lado, muitos tutores dizem que não há problema nenhum e que muitos animais podem ser até mais limpos que muitos humanos. De outro lado, a defesa é que os animais são mais sujos.

Mas afinal, é possível pegar alguma doença ao deixar meu pet lamber minha boca?

Nosso médico veterinário, Dr. Herbert Corrêa, nos esclarece essa dúvida respondendo três perguntas:

  • A boca do cachorro é suja?

Sim, toda boca é suja, seja dos humanos ou dos animais.
No âmbito médico, a boca é considerada uma região contaminada do corpo, pela quantidade de bactérias presentes nela. Estudos sugerem que na cavidade oral deva haver mais de 300 tipos diferentes de bactérias. Se não bastasse isso, alguns cães têm o péssimo hábitos de comer fezes, lamber o pipi e até o ânus. Quem já levou uma mordida grave de um cão sabe das complicações.

  • Quais problemas podem ocorrer ao deixar um cachorro lamber nossa boca?

Em geral, acredita-se no conceito de que as bactérias que causam doença na boca são espécie-específicas. Isto significa que as bactérias que causam a doença periodontal (caracterizada por inflamação da gengiva, presença de tártaro e mau hálito) no cão não causariam a mesma doença em humanos, e vice-versa.
No entanto, alguns estudos mostraram que não é bem assim, pois foram encontradas bactérias em comum na boca dos tutores e em seus cães quando estes tinham um contato íntimo, sugerindo que várias bactérias podem ser transmitidas entre os tutores e seus pets.

  • É possível que um humano transmita doenças a um cachorro que lambeu sua boca?

Baseado nestes estudos, sim, é possível! Ou seja, se sua saúde oral não estiver boa e se você “beija seu cachorro na boca”, você pode estar colocando a saúde bucal do seu pet em risco. O inverso também seria verdade.
Portanto, se você gosta deste tipo de carinho, vale a pena checar como está a saúde oral do seu pet (também a sua!). Se ele tem bafo, tem algo errado com a saúde oral de seu pet e a sua saúde e de seus familiares pode estar em risco.

 

Para evitar que os beijos se tornem um problema, marque agora mesmo uma consulta conosco através do email odontovet@odontovet.com ou em nosso WhatsApp (basta clicar no link e será aberto a janela de conversa diretamente conosco – funciona melhor no celular) e cuide da saúde buca do seu pet!

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Cães e Gatos podem se tornar doadores de sangue!

Sabia que cães e gatos podem se tornar doadores de sangue e ajudarem a salvar vida de outros pets acidentados ou com doenças?

Da mesma forma que os humanos, para que um animal de estimação se torne doador, é preciso realizar exames e cumprir alguns requisitos antes de doar. Alguns dos requisitos são: ser calmo, estar com todas as vacinas em dia, não ser obeso e não ter recebido transfusão de sangue.

Muitas pessoas não fazem nem ideia desse tipo de corrente do bem, pois muitas vezes acabam descobrindo apenas quando seu próprio pet precisa de transfusão. A maior adesão às doações se dá através do boca a boca, e os estoques em hemocentros veterinários são tão baixos quanto o dos humanos.

Os cães possuem mais de 13 grupos sanguíneos que variam entre as raças dos cães. Já os gatos possuem apenas 3 grupos, parecido com os humanos: A, B e AB. E em todos os casos é verificado o tipo sanguíneo do pet e sua compatibilidade com o receptor. Essa medida é necessária para evitar risco de morte por incompatibilidade, por conta de reação na distribuição das hemáceas.

Confira os requisitos para transformar seu pet num doador de sangue:

Cães

  • Idade entre 1 e 8 anos
  • Peso mínimo de 27kg
  • Ser dócil e calmo
  • Vacinação e vermifugação atualizadas
  • Controle de pulgas e carrapatos
  • Não ter tido nenhuma doença ou transfusão

 

Gatos

  • Idade entre 1 e 7 anos
  • Pesar no mínimo 4kg
  • Ser dócil e calmo
  • Vacinação e vermifugação atualizadas
  • Controle de pulgas e carrapatos
  • Não ter tido nenhuma doença ou transfusão

Abaixo, listamos os principais bancos de sangue no Brasil (via Gshow)

Hospital Veterinário da Univ. Anhembi Morumbi
Rua Conselheiro Lafaiete, 64 – Brás.
Tel.: (11) 2790-4693 / (11) 2790-4693 / (11) 2790-4642 / (11) 2790-4642

HOVET – Hospital Veterinário da USP
Av. Prof. Dr. Orlando Marques de Paiva, 87 – Cidade Universitária.
Tel.: (11) 3091 -1244 / 1248

Hemovet
Rua José Macedo, 98 – Parque São Lucas.
Tel.: (11) 2918-8050 / (11) 2918-8050

Pets & Life – Banco de sangue de cães e gatos
Rua Araicas, 35 – Jaguaré.
Tel.: (11) 3624-3958

Banco de Sangue Veterinário
Rua Desembargador do Vale, 196 – Perdizes.
Tel.: (11) 3476-9461 / (11) 3476-9461

Centro Veterinário de Bauru
Av. Getúlio Vargas, 15028.
Tel.: (14) 3224-3183

Polivet Itapetininga
Rua Min. Esaú Corrêa de Almeida Moraes, 134 – Vila Rosa.
Tel.: (15) 3272-6992 / (15) 3272-6992 / 3272-1991

Hemopet – Hemocentro do Rio de Janeiro
Rua Ipiranga, 53 – Laranjeiras.
Tel.: (21) 7855-8898 id: 83*31055 / (21) 7854-5433 / (21) 7854-5433 id: 83*30226

Hemoterapet Rio de Janeiro
Rua Barão de São Francisco, 56 – Vila Isabel.
Tel.: (21) 3286-8888 / (21) 3286-8888

Banco de Sangue Veterinário Hemodog
Rua dos Radialistas, 209, salas 1 e 2  – Pituba, Salvador (BA).
Tel.: (71) 3011-6846 / (71) 3011-6846

Faculdade de Veterinária da UFGS 
Av. Bento Gonçalves, 9090 – Bairro Agronomia.
Tel.: (51) 3308-6095 / (51) 3308-6095

Bluts Centro de Diagnóstico Veterinário
Rua Dr. Florêncio Ygartua, 427 – Rio Branco, Porto Alegre (RS).
Tel: (51) 3072-0427

Hospital Veterinário da Unisul
Av. José Acácio Moreira, 787 – Humaitá, Tubarão (SC).
Tel:(48) 3621-3221

Pronto Socorro Veterinário
Rua Jacuí 891, Bairro Floresta – Belo Horizonte (MG).
Tel.: (31) 3422-5020 / (31) 3422-5020

Life Hospital Veterinário
Rua Platina, 165 – Prado – Belo Horizonte (MG).
Tel:. (31) 2552-5694 / (31) 3588-5694

Hospital Veterinário da Universidade Federal de Uberlândia
Av. Mato Grosso, 3289 – Bloco 2S Campus Umuarama.
Tel.: (34) 3218-2135
Fax.: (34) 3218-2242

Hospital Veterinário da UFP 
Rua dos Funcionários, 1540.
Tel.: (41) 3350-5663 / (41) 3350-5663 / (41) 3350-5664 / (41) 3350-5664

Pet Transfusion
Rua Holanda, 1204 – Bacacheri, Curitiba (PR).
(41) 9171-8289 / (41) 8887-4949

UEL – Universidade Estadual de Londrina
Tel.: (43) 3371-4269 / (43) 3371-4269
http://www.uel.br/hv/

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