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Você sabia que seu pet tem dente de leite?

Aprenda mais sobre o processo da troca de dentição do seu filhote.

Cães, gatos e lagomorfos como coelhos e lebres, assim como nós, possuem dentes de leite. Nos coelhos, a troca de dentes pode ocorrer ainda dentro do útero da mãe, mas nos cães e nos gatos começa ao redor do 4º mês de idade e com 6 a 7 meses de vida, cães e gatos já devem ter trocado todos os dentes. Geralmente, essa fase passa despercebida, mas, eventualmente, podem ocorrer pequenos sangramentos na gengiva e até falta de apetite. Todos lembramos como é incômodo comer com aquela dorzinha do dente mole, não é mesmo?

Mas, se a troca dos dentes passa despercebida, por quê devo me preocupar? O motivo é que é muito comum, alguns dentes de leite demorarem para cair (persistência dos dentes decíduos) e isso pode influenciar na posição dos dentes definitivos (maloclusão) e favorecer ao aparecimento precoce de inflamação na gengiva (doença periodontal). Nesse caso, esses dentes de leite devem ser extraídos. Portanto, é muito importante que você tutor esteja atento à essa fase.

Quer entender melhor a troca dos dentes e saber mais sobre a extração de dentes de leite? Clique aqui.

Se o seu pet está ou já passou dessa fase, comente aqui qual é o seu conselho para outros tutores. E, caso tenha alguma dúvida ou necessite de uma consulta, entre em contato conosco.

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Os problemas dentários mais comuns nos coelhos

Tudo o que você precisa saber sobre os problemas dentários mais comuns nos coelhos

Seu coelho pode ser grande, pequeno, orelhudo ou baixinho. Não importa qual a raça ou nível de fofura, todo coelho necessita de atenção especial à sua dentição.

Os dentes dos coelhos crescem durante toda vida. Na natureza, esse crescimento é para compensar o desgaste dos dentes, que ocorre durante a mastigação de alimentos fibrosos (capim/mato). No ambiente doméstico, a alimentação à base de ração pode não fornecer o desgaste ideal, o que acarreta algumas complicações odontológicas frequentes. Para te ajudar a evitar esse e outros problemas, listamos as ocorrências odontológicas mais comuns nesses pets:

Alongamento dos dentes:

Ocorre quando os dentes não são desgastados adequadamente durante a mastigação. A alimentação à base de ração não só não causa um desgaste adequado dos dentes como também altera o padrão da mastigação. Como consequência, podem ocorrer alguns problemas:

Maloclusão:

Quando os dentes não são desgastados corretamente, podem sofrem alguma inclinação, saindo de sua posição correta, o que chamamos de maloclusão secundária. Fora da posição ideal, os dentes podem não ser desgastados adequadamente, podendo formar pontas que machucam a bochecha, a língua ou os lábios.

Nos coelhos, é comum também a maloclusão dos dentes incisivos, mas em geral, nestes dentes a maloclusão é primária ou esquelética, porque é causada por uma desproporção da mandíbula com a maxila. Dessa forma, os dentes podem crescer tortos e prejudicar a mastigação e alimentação, além de machucar os lábios.

Traumas nos dentes ou na face e mesmo quedas podem causar o desalinhamento dos dentes. Dessa forma, a dentição cresce de forma errada, complicando a mastigação e desgaste correto dos dentes.

Pontas dentárias:

Estudos mostraram que o padrão da mastigação dos coelhos muda quando estão comendo grãos ou ração. Dessa forma, o desgaste da superfície do dente não é igual em toda a superfície do dente, o que leva a formação de pontas dentárias. As pontas nos dentes pré-molares e molares inferiores causam trauma na língua enquanto nos dentes superiores causa trauma na bochecha. Este trauma machuca muito a bochecha, geralmente levando o coelho a parar de comer.

Presença de ponta dentária em um dente inferior esquerdo (seta) que está machucando a língua de um paciente coelho impedindo que ele coma. Ponta precisa de desgastada e dentes nivelados.

Imagem pós-tratamento de desgaste da ponta e nivelamento do dentes (ajuste oclusal).

Abscessos:

Quando os dentes estão alongados e fora de posição, predispõe ao acúmulo de alimento entre os dentes podendo levar a inflamação da gengiva (doença periodontal)  e até a formação de abscesso. A presença de pontas dentárias também pode levar a perfuração das mucosas da língua, lábios ou bochecha. A contaminação desta ferida pode levar a formação de um abscesso. Inicialmente, um abscesso pode apresentar-se como um pequeno aumento de volume ou uma pequena ferida na pele na região próxima aos dentes ou até passar despercebido por causa dos pelos que escondem o aumento de volume. Por isso, é importante apalpar com regularidade a cabeça de seu coelho.

Aumento de volume com pequena ferida na pele próxima aos dentes. Só pode ser notada após raspar os pelos. O diagnóstico foi de abscesso relacionado aos dentes.

Estes são os principais problemas odontológicos dos coelhos. Como você pode perceber, todos eles podem ter relação com uma alimentação errada. De certa forma, são problemas poderiam que ser evitados por meio de uma alimentação adequada (aquela que é mais próxima da alimentação natural, por exemplo, capins, fenos, folhas de vegetais fibrosos, talos de cenoura, palha de milho, etc., além de pequena quantidade de ração própria para coelhos e de boa qualidade).

Se o seu coelho está com os dentes alongados, seletivo para comer, perdendo peso, com fezes pequenas e ressecadas, esses podem ser os primeiros sinais de problema nos dentes e um desgaste profissional pode ser necessário. Se você notar qualquer mudança de comportamento ou diferença nos dentes do seu coelho, o Odontovet tem dentistas especializados na saúde bucal desses pets.

Precisando de auxílio ou de uma consulta, é só entrar em contato conosco.

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A importância da alimentação para a dentição dos coelhos.

Como os alimentos podem influenciar no crescimento e manutenção dos dentes de coelhos.

A dentição dos coelhos é única e peculiar de diversas formas.

Quando caem seus dentes de leite, os dentes dos coelhos passam a ser permanentes e crescer dia após dia. Por isso, você pode ter se deparado com coelhinhos com dentes bem grandes por aí.

O detalhe é que, sem um cuidado esse crescimento excessivo dos dentes, não é nada saudável para o pet. Por mês, é comum que cresçam aproximadamente 1 cm. Isso pode influenciar tanto no processo de mastigação quanto no peso ou em atividades corriqueiras do coelho.

Mas, a natureza é sábia e a dieta apropriada do coelho é perfeita para evitar o crescimento maior que o devido. A oferta de alimentos fibrosos, como o feno, capim e alguns tipos de ração, que não deve ser deixada à vontade, ajudam os dentes a se desgastar aos poucos, de forma natural e indolor.

Basicamente, com a alimentação correta, os dentes dos coelhos crescem e são desgastados na mesma proporção diariamente e seu coelhinho fica feliz e saudável.

Importante mencionar que, apesar da cenoura ser o alimento preferido do coelhinho de Hollywood, ela não deve ser oferecida ao seu pet. A melhor maneira de manter a saúde dos dentes do seu coelho é fornecendo opções de vegetação fibrosa, como: capim, feno, palha de milho verde, talo da cenoura, couve, entre outros. Claro, sem deixar de ofertar pequenas quantidades da ração recomendada pelo médico veterinário de sua confiança.19

Seu coelho tem alguma fibra favorita? Compartilhe conosco nos comentários o que seu coelho adora comer toda a hora. E caso tenha alguma dúvida ou necessite de uma consulta, entre em contato conosco.

 

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Especial: tudo o que você precisa saber sobre coelhos

Dos dentes às orelhas, conheça mais sobre os coelhos e suas principais características.

Abril é o mês dos coelhos no blog! Um dos pets mais fofinhos que existem e apaixonantes a todos os seus tutores.

Vamos conhecer um pouco mais sobre eles?

O coelho é um pequeno mamífero, da ordem dos lagomorfos (Lagomorpha), família dos leporídeos (Leporidae). É um pet de hábitos noturnos, então é natural de seu comportamento passar o dia entre sonecas e se mostrar ativo entre o fim da tarde e o amanhecer.

Justamente por seu hábito noturno, o coelho consegue enxergar em grande alcance, e em praticamente 360°. Há um único ponto cego, bem a frente de seu nariz. Nesse caso, entra em ação o seu bigode, que funcionam com verdadeiros sensores de presença. Seus olhos também são indicadores de sua saúde: brilhantes e vivos sempre indicam boa saúde.

Como falar sobre coelho sem mencionar seu maior símbolo? Os dentes!

O coelho possui entre 26 e 28 dentes. Poucos sabem, mas os dentes do coelho não param de crescer, então é necessária uma dieta especial que o nutra e o auxilie no desgaste dos dentinhos. Este, inclusive, é o tratamento odontológico mais comum nesse pet.

Outra complicação comum em coelhos é a maloclusão (quando um ou mais dentes estão fora de sua posição correta ou quando existe uma desproporção entre a mandíbula e a maxila). A maloclusão dos incisivos geralmente é primária, ou seja, estando frequentemente relacionada a desproporção entre o tamanho da mandíbula e a maxila.  Já nos dentes posteriores, geralmente é secundária, acontecendo quando os dentes não sofrem um desgaste adequado, o que pode levar os dentes a saírem de sua posição.

Além dos problemas relacionados a proporção entre mandíbula e maxila e também ao crescimento dos dentes, quedas ou traumas podem levar ao desvio dos dentes levando a uma maloclusão.

Você sabia que é muito comum a confusão de que o coelho é um roedor? Eles não são roedores. Embora tenham aqueles dentes frontais característicos dos roedores, é exatamente os dentes que os diferenciam. Os coelhos têm duas fileiras de dentes incisivos superiores, como mostramos nas fotos acima, enquanto os roedores só tem uma fileira.

Outra curiosidade sobre coelhos é sua icônica orelha, que é delicada mas super potente. Sua audição tem alto alcance e permite que eles ouçam sons a enormes distâncias. É bom reforçar que elas são super delicadas e que nunca, em hipótese alguma, devemos segurar os pets por elas.

E se as orelhas são surpreendentes, seu narizinho não fica muito para trás. Os coelhos têm olfato muito apurado, podendo encontrar até alimentos enterrados debaixo da terra. Por isso, boa sorte escondendo aquele petisco favorito dele.

 

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Cuidados com a saúde bucal de Ferrets

Descubra os principais cuidados e precauções na dentição dos ferrets, também conhecidos como furões.

Pequenos, espertos e cheios de energia os ferrets conquistam corações diariamente. Você, tutor de ferret, sabe quais são os cuidados especiais na higiene bucal desses pets?

Os ferrets possuem 34 dentes, sendo 12 incisivos, 4 caninos, 12 pré-molares e 6 molares (figura 1).

Figura 1: Esquema dos dentes dos ferrets.

Os dentes dos ferrets são delicados, e por serem bastante agitados e curiosos, podem cair e quebrar os dentes o que leva a dor. A detecção prematura evita maiores complicações, podendo ser necessário o tratamento de canal ou extração dentária.

Quando se fala em saúde bucal dos ferrets, a escovação diária dos dentes com uma escova bem macia e creme dental para pets é tão importante quanto em cães e gatos para remover a placa bacteriana, evitando a formação de tártaro e inflamação da gengiva (doença periodontal – gengivite e periodontite).

Caso o seu ferret não se acostume com o processo de escovação diária, leve-o periodicamente para uma limpeza dentária profissional com um especialista em odontologia veterinária (tratamento periodontal) E lembre-se, a maior parte dos problemas odontológicos nos pets ocorre de forma silenciosa, sem que você note ou que o pet reclame. A infecção e inflamação da boca pode levar a problemas em outros órgãos. Então, fique atento à sinais que podem indicar algum tipo de problema, como mau hálito, gengiva inflamada, sangramento, dificuldade para comer, etc. Quer saber como está a saúde bucal do seu ferret? Agende uma consulta em: https://odontovet.com/contato/

Gostou das dicas para cuidar bem do seu ferret? Tem alguma dúvida ou quer compartilhar alguma experiência conosco? Entre em contato com o Odontovet: odontovet@odontovet.com

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Cuidados no Outono para pets

Saiba quais são os principais cuidados que você precisa ter com seu pet no outono

O clima está mudando. Fim de março está aí e com ele chega a temperatura mais amena, as folhas secas e aquela vontade de ficar mais no sofá do que na rua.

Mas, sabia que essa estação exige atenção especial para o seu pet? De aumento de peso a alergias, esse período pode trazer complicações que o acompanharão por todo o ano, ou mais.

Saiba quais são os principais riscos que o outono traz:

Pulgas: Com a queda da temperatura, é normal nos abrigarmos dentro dos nossos lares. Casas quentinhas e fechadas criam o ambiente perfeito para a proliferação de parasitas como pulgas e carrapatos. Se preocupe em estar em dia com a prevenção/tratamento.

Frio: Pets de pequeno porte, como os porquinhos da índia, necessitam de mais atenção. Como seus corpos não retêm tanto calor, eles precisam de uma proteção maior que outras espécies. Coelhos, por exemplo, se adaptam bem ao frio, mas podem sofrer se houver umidade ou permanecerem onde há corrente de ar.

Durante a noite, procure deixá-los dentro de casa, em um ambiente que haja ventilação.

E, caso a temperatura caia muito, existem bolsas de gel que podem ser aquecidas e colocadas próximas às camas de seus bichinhos.

Cuidado: Não colocar diretamente em contato com o pet. O calor intenso pode machucá-los.

– De olho na balança: Assim como nós, pets como cães e gatos também diminuem a frequência de atividades físicas, quando a temperatura baixa. As caminhadas reduzem, as explorações diminuem e a vontade de ficar confortavelmente dentro de casa aumenta. Com a redução de exercícios, há uma tendência ao aumento de peso.

Alimentação: O seu pet vai querer comer mais, afinal, precisará de energia extra para manter o calor do corpo. Adaptar a alimentação para sua necessidade e não exagerar nos petiscos nesse momento é muito importante. Caso perceba falta de apetite, pode ser que seu pet esteja com dor de dente.

– Saúde Bucal: E já que está de olho na alimentação do seu bichinho, é importante lembrar do cuidado diário nos dentes. Mantenha a limpeza dental diária no seu pet, preste atenção no hálito. O famoso “bafinho” pode ser sinal de doenças bucais.

– Cuidado com idosos: um pet idoso sempre requer atenção especial. No outono, não muda. A espessura e força da pele não são mais as mesmas, precisando de auxílio para se manter aquecido. Abrigue os mais velhos sempre com capas/roupinhas, para aquela proteção extra. O cuidado bucal em pacientes idosos também é recomendado.

– Filhotes: No outono, também é necessária atenção extra caso você tenha filhotes, como cachorrinhos ou gatinhos, pois a variação de temperatura deixa os pets mais vulneráveis a vírus e outras doenças comuns do frio. Filhotes são mais sensíveis por estarem em processo de amadurecimento do sistema imunológico, então fique de olho para identificar possíveis sinais de doença.

– Dores: Pets com lesões ou doenças nas articulações ou coluna podem sofrer mais com a queda da temperatura. A dor pode se tornar mais aguda, principalmente em dias chuvosos (primeiros meses da estação). Consulte o veterinário de sua confiança para buscar a melhor alternativa, para amenizar os sintomas.

– Febre, tosse e imunidade baixa: Atenção à temperatura corporal e ao comportamento de seu pet. Nesse período, gripe e tosse são comuns também nos bichinhos.A época é mais úmida, o que causa o surgimento de fungos que também podem causar alergias e doenças mais perigosas. Ao perceber espirros e tosses, consulte o veterinário de sua confiança.

O outono traz doenças e complicações específicas da época. Por isso, além de se preocupar com as dicas que demos, tenha atenção ao nariz escorrendo, que pode indicar rinite ou alergias. Ainda assim, procure aproveitar a estação com atenção, mas também bastante carinho, atenção e sem preocupações excessivas.

Se você conhece alguém que tem pet e que deve saber sobre isso, compartilhe!

E, lembre-se: prevenção é sempre o melhor remédio. Por isso, na hora de cuidar da saúde bucal do seu pet, conte com o Odontovet.

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